1º CICLO DE LEITURAS FILOSÓFICAS – “ÉTICA” de Espinosa

Por quê escolher Espinosa para primeiro autor do Ciclo de Leituras Filosóficas? Não seria mais avisado começar “canonicamente” pelo início da tradição filosófica ocidental, talvez Platão, Aristóteles ou mesmo os pré-socráticos? Ou, quando muito, começar pelo início da tradição racionalista em que Espinosa se insere, Descartes?

Começar com Espinosa é, a nosso ver, começar com todos eles. A “Ética” é uma daquelas obras únicas que sintetiza toda uma tradição filosófica atrás de si. Mais que um livro de “bons costumes”, como o seu título pode deixar adivinhar, a “Ética” é um verdadeiro tratado de ontologia que pretende reposicionar o Ser Humano num plano maior e, inclusive, reposicionar Deus num plano maior. A re-leitura que Espinosa faz de conceitos antigos (como Substância e Causa de Si), escolásticos (como Deus e Eternidade) e modernos (Liberdade, Espírito-Corpo) e a forma como os problematiza para retirar deles as implicações necessárias até aí escondidas torna a “Ética” um manual de como fazer filosofia, um pensamento que se quer ao mesmo tempo corajoso, crítico, criativo e radical. 

Percorrer com Espinosa as definições, axiomas e proposições da “Ética”, deixando-nos levar pelo seu método geométrico é, em si mesmo, um exercício de confiança nas capacidades de um mestre do pensamento, o “príncipe dos filósofos” como foi  considerado. Mesmo que não aceitemos, ou até nos repudiem, as premissas de que parte ou as conclusões a que chega, não podemos deixar de admirar a forma elegante e aparentemente necessária como nos conduz, em passos seguros mas sempre surpreendentes, do acidental ao essencial, da duração ao eterno, do ponto de vista do Eu ao ponto de vista do Universo. A nosso ver é este o caminho que deve percorrer o filósofo e a filosofia e é por isso mesmo que escolhemos começar este 1º Ciclo de Leituras Filosóficas com esta obra inspiradora. 

Estes Ciclos de Leituras Filosóficas não são aulas ou conferências sobre autores e obras onde se oferecem interpretações mais ou menos aceites das suas ideias e teses. O desafio que lançamos àqueles que queiram mergulhar connosco nesta aventura pela história das ideias é o de se esforçarem por compreender por si mesmos algumas das ideias presentes na obra estudada e que, em diálogo com os outros participantes, contribuam com as suas próprias vivências, interpretações e ideias para novas e refrescantes leituras dos Grandes Filósofos mortos. Só assim a filosofia, ao contrário daqueles, não morre.

 

Apresentação de uma conserva de atum dietético

24 de Março de 2012  – Sábado

17h – Auditório

Esta conserva foi devidamente testada e aprovada pelo saudoso Dr. Emílio Peres, considerado o pai dos nutricionistas portugueses além do reconhecimento internacional que teve em vida como especialista em nutrição.

Temos de facto uma carta que o Dr. Emílio Peres nos escreveu nos anos 80, elogiando as nossas conservas dietéticas, após termos consultado a família do Dr. Emílio Peres, fomos autorizados a torna-la pública, desta forma as embalagens levam impressas a carta.

Café Filosófico

25 de Março de 2012  – Domingo

17h

Este Domingo (25 de março) teremos a última oportunidade de fazer filosofia no espaço que acolheu pela primeira vez o Café Filosófico, o Clube Literário do Porto. O Clube vai encerrar em finais de março e, com muita pena nossa, teremos de encontrar outro espaço que acolha estes nossos encontros filosóficos mensais.

Na sessão deste domingo teremos o prazer de contar com três amigos nossos do projecto Enteléquia – Filosofia Prática que moderarão o Diálogo Filosófico.

Espero vê-los lá a todos para uma despedida deste espaço tão especial. Nós continuamos a nossa actividade aqui:http://clubefilosoficodoporto.wordpress.com/ 

Para receber divulgação das sessões do Clube Filosófico do Porto inscreva-se na nossa mailing list: clubefilosoficodoporto@gmail.com

Enteléquia – Filosofia Prática® é um projecto educacional iniciado em 2007 por Cecília Reis Maia, Laurinda Silva e Nuno Paulos Tavares, companheiros de curso de licenciatura na Faculdade de Filosofia de Braga da Universidade Católica Portuguesa unidos pela intuição fundamental de que uma Filosofia encerrada na Escola ou na Academia é uma Filosofia morta, não actuante na vida das pessoas e organizações.
Tendo Sócrates por inspiração metodológica e atitudinal, perseguimos a abertura da Filosofia à sociedade e a sua devolução aos cidadãos.

“Guilhermina Suggia e Pablo Casals” – conversa com Madalena Sá e Costa e Maestro Ferreiro Lobo

 :: Dia 24 | sábado

piano-bar, 21h30

Palestra  

Guilhermina Suggia e Pablo Casals:
história de uma relação artística e de amizade ao longo de três gerações”.
pela Violoncelista Madalena Sá e Costa em conversa com o Maestro Ferreira Lobo
Momento musical
Religioso de Golterman para quatro violoncelos
violoncelistas Madalena Sá e Costa,  Valter Mateus, Fernando Costa e Cíntia França

Valter Mateus

Completou na classe da Prof.ª Madalena Sá e Costa, o curso complementar de violoncelo.Concluiu com distinção a Licenciatura em Violoncelo da ESMAE, na classe do Prof. Jed Barahal, tendo-lhe sido atribuído o prémio da Fundação Eng.º António de Almeida.Obteve o grau de Mestre pela Universidade de Aveiro. Estudou regularmente com o violoncelista Lluís Claret. Realizou concertos por todo o País, assim como em Roma, Milão, Florença, Heidelberg, Barcelona e Zamora, tanto a solo como integrado em variadas formações de câmara.Colaborou por diversas vezes com o Grupo de Música Vocal Contemporânea na realização de diversas obras, entre as quais algumas estreias nacionais tais como: Passio de Arvo Pärt sob orientação do próprio autor, e Sonnengesang de Sofia Gubaidulina.Desenvolve também uma actividade como cantor, tendo estudado com o Prof. António Salgado e com a Prof.ª Fernanda Correia. Apresenta-se frequentemente como solista, tanto no âmbito da Oratória como da Ópera.Presentemente frequenta a Licenciatura em Canto Teatral do Conservatório Superior de Música de Gaia, na classe da Prof.ª Fernanda Correia, onde tem a oportunidade de trabalhar regularmente com a Profª Enza Ferrari.

Integra o corpo docente da Fundação Conservatório Regional de Gaia, onde lecciona a disciplina de violoncelo e desempenha as funções de director pedagógico.

Fernando Costa

Fernando Costa, natural de V.N. Gaia, nasceu em 1991. Iniciou os seus estudos de Violoncelo em 1998 com o Professor Valter Mateus, no Conservatório Regional de Gaia, tendo no 1º grau a professora Isabel Delerue. Mais tarde, retomou os estudos com o Professor Valter Mateus.

Conclui o curso complementar de violoncelo com nota máxima, no ano lectivo de 08/09. Actualmente frequenta o 3º ano de Licenciatura na ESMAE na classe de Violoncelo de Jed Barahal.

Em 2010 foi distinguido do Conservatório Regional de Gaia (2004); 1º Prémio no 13º Concurso Santa Cecília (2011); 1º Prémio no Prémio Jovens Músicos 2011, Categoria Violoncelo, Nível Superior; Menção honrosa no Prémio Jovens Músicos 2009, Categoria de Violoncelo, Nível Médio. Foi laureado com o 3º com bolsa de mérito do Instituto Politécnico do Porto.

Trabalhou com professores como José Augusto Pereira de Sousa, Paulo Gaio Lima, Dimitri Ferschtman, Romain Garioud, Márcio Carneiro, Anne Gastinel, Natalia Gutman,  Pavel Gomziakov, Filipe Quaresma, Lluis Claret, António Meneses, entre outros. 
Obteve o 1º Prémio no Concurso Interno de Cordas, Prémio do Prémio Jovens Músicos 2007, Categoria de Música de Câmara Nível Médio e Recebeu Menção Honrosa no “I Concurso de Composição Musical, Gaia 2008”.

Apresentou-se como solista acompanhado pela Orquestra Gulbenkian, Filarmonia de Gaia e Orquestra Clássica do e co-arranjador na Orquestra Juvenil de Gaia e Orquestra Metropolitana  (projectos de inclusão) e Orquestra de Câmara de Gaia.
Trabalhou sobre a direcção de vários maestros como Rui Massena, Pedro Neves, André Lousada, António Saiote, Nayden Todorov, Florin Totan, Pieralberto Conservatório de Gaia.
Integrou a Orquestra Filarmonia de Gaia, Orquestra Clássica do Conservatório Regional de Gaia e Orquestra Sinfonieta da Esmae.

Em 2007, trabalhou em estágio numa orquestra de jovens pertencentes à União Europeia, BISYOC. Participa, também, como músico Coelho, entre outros. Cattaneo, German Cáceres, Harry Lyth, Eduardo Rahn, Julian Gibbons, Berislav Skenderovic, entre outros. Trabalhou em música de câmara com os professores Valter Mateus, Pilar Andrino, Dario Golcic, DimitrisAndrikopoulos, Marta Eufrázio, Ryszard Woycicki, Miguel Borges Coelho, entre outros.

Cíntia França

Nasceu a 31 de Julho de 1990. Iniciou os estudos musicais aos 6 anos na Academia de Música de Espinho, aos 7 anos iniciou os estudos de Violoncelo na classe da professora Gisela Neves.

Em 2003 foi Bolseira da Academia de Música de Espinho.

Em 2004 fez um Curso de Aperfeiçoamento Musical de Violoncelo orientado pelo  Professor Paulo Gaio Lima realizado na escola de Música de Fornos.

Em 2005 ganhou o 1º Prémio na Categoria B do Concurso Interno (Violoncelo) da Academia de Música de Espinho. Frequentou um Seminário de Violoncelo como executante orientado pelo professor Paulo Gaio Lima organizado pela Academia de  Música de Espinho e frequentou os Cursos de Música Luiz Costa em Fralães na  classe de Violoncelo sob a orientação do Professor Jed Barahal.

Em 2006 e 2007 frequentou Seminários de Violoncelo como executante orientados pelo professor Paulo Gaio Lima organizados pela Academia de Música de Espinho.

Em 2007 obteve o 1°prémio nos Prémios de Mérito da Academia de Música de Espinho. Participou em 2007 num recital na Escola de Música Óscar da Silva em Matosinhos.

Em 2008, participou na Master Class de Violoncelo orientada pelo violoncelista  Romain Garioud inserida no Festival Internacional de Música de Espinho e frequentou os Cursos de Música Luiz Costa em Fralães na classe de Violoncelo sob a orientação do Professor Paulo Gaio Lima.

Em 2009 obteve o 1º prémio na categoria A (Violoncelo) no Concurso Interno de Instrumentos de Arco. Participou no Ensemble de Violoncelos pelas Academias de Música de Espinho e Paços de Brandão.

Realizou um estágio como violoncelista na orquestra da Escola Profissional de Música de Espinho sob a orientação do Maestro Cesário Costa e posteriormente um outro estágio com a Orquestra Clássica de Espinho sob a direcção do Maestro Pedro Neves.

Participou em diversas actividades da Casa da Música entre as quais a “Ópera Brundibar”, “Coro de Natal” com o Remix Orquestra e a “Ópera The Golden Vanity”. Fez o exame de 8º grau em Julho de 2009 com 19 valores.


Lançamento ANOS 80: VÁRIAS ARQUITECTURAS

:: Dia  23   quinta-feira

Piano bar , 19h00


O novo livro da Circo de Ideias propõe uma reflexão sobre o impacto dos anos 1980 na arquitectura portuguesa através da publicação de um debate ocorrido em 2007, no Clube Literário do Porto, entre o historiador Paulo Varela Gomes e o arquitecto Jorge Figueira.

«Das Amoreiras de Tomás Taveira à reconstrução do Chiado de Álvaro Siza, as várias arquitecturas dos anos 1980 irão ser debatidas por dois actores implicados — Paulo Varela Gomes e Jorge Figueira —, dois protagonistas, de diferentes gerações, que aceitaram o desafio de recordar, connosco, os coloridos anos 1980. Através de uma reflexão sobre a importância destes anos na arquitectura portuguesa, pretende-se com este debate ensaiar um balanço crítico em torno de várias questões deixadas em aberto. Questões que não chegaram a ser exploradas. Questões que, a esta distância, podem finalmente emergir à luz do dia. Da vergonha à exaltação, da passividade à excitação, são vários e contraditórios os sentimentos deixados por estes coloridos anos. Neste debate, lançam-se algumas pistas para as leituras que ficaram por fazer. É chegado, então, o momento.»

Clube Erudito: Violino, Violoncelo e Piano

Clube Erudito: Violino, Violoncelo e Piano

Concerto

26 Fevereiro – Domingo

21h30 no piano-bar

TRIO THALIA

Helena Rocha – Piano (Lisboa)

Sunita Mamtani – Violoncelo (Algarve)

Uta Kerner – Violino (Sevilha)

* PROGRAMA *

LUDWIG v. BEETHOVEN (1770-1827)

Trio op.11 em Sib M

 – Allegro con brio

– Adagio

– Tema:”Pria ch´io l´impegno

– Allegretto con variazioni

LUIZ COSTA (1879-1960)

Trio em dó m

– Allegro com fuoco

– Adagio

– Scherzo

– Allegro assai

*****

ANTONIN DVORÁK (1841-1904)

Trio Dumky op.90 em mi m

– Lento maestoso

– Poco Adagio

– Andante

– Andante moderato (quasi tempo di marcha)

– Allegro

– Lento maestoso

UTA KERNER 

Nasceu em Neuss, na Alemanha em 1974. Iniciou os seus estudos musicais ao violino aos cinco anos de idade. Fez parte da Orquestra Juvenil de Renânia-Vestefália do Norte e distinguiu-se diversas vezes no concurso “Jugend musiziert”.

Em 1996 iniciou os seus estudos na Academia de Música de Düsseldorf, com Prof. Rosa Fain. Entre 1999 e 2001 tocou na Orquestra Sinfónica de Düsseldorf.

Após a sua licenciatura prosseguiu os seus estudos em Munique, na classe de mestres orientado por Prof.Guntner. É cofundadora do Trio Suc. Este Trio ganhou o segundo prémio no 1. Concurso de Música de Câmara Theodor-Rogler.

Em 2004, Uta Kerner interpretou o Concerto Triplo de Beethoven, com a Orquestra do Conservatório de Munique e fez parte de “Life Music Now”, fundado por Lord Y. Menuhin. Entre 2004 e 2007 tocou com a orquestra da Radiodifusão de Munique, a Orquestra de Gärtnerplatztheater Munique e focou-se em música de câmara.

Desde 2007 faz parte da Orquestra Sinfónica de Sevilha.

– SUNITA MAMTANI –

A violoncelista Sunita Mamtani iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos. Prosseguiu os estudos no Conservatório Superior Richard Strauss de Munique e continuou os estudos na Escola Superior de Música e teatro de Munique na classe do Prof.Ginzel. Aí, fez o Diploma artístico e o Mestrado nas disciplinas de Violoncelo e Música de Câmara.

Participou em projetos e masterclasses de Janos Starker, Menahem Pressler (Beaux Art Trio),”Deutsches Trio Streichtrio”H.Rilling, Ch.Poppen e outros docentes. Tocou com diversas orquestras na Alemanha, Espanha e com a Orquestra Ensemble Kanazawa, no Japão.

Com o trio de piano “Trio Suc”tem gravado em direto para Deutschland Radio”, BR 4 Klassik e a televisão realizou vários concertos e ganhou a competição de Música de Câmara “Theodor Rogler” em 2003.

Com o seu trio das cordas, o Lenbach Trio”, e como solista, foi admitida na organização de Yehudi Menuhin “Live Music Now. Sunita Mamtani tocou e toca concertos na Alemanha, Áustria, Croácia, Japão, Espanha e Portugal.

Atualmente é docente de violoncelo na Academia de Música de Lagos.

– HELENA ROCHA –

De origem portuguesa recebeu a sua formação pianística na classe da Prof. Helena de Sá e Costa no Conservatório de música do Porto, onde terminou o Curso Superior de piano, obtendo o Prémio Calouste Gulbenkian.

Frequentou vários Cursos internacionais na Suiça, Áustria, Itália, França e Portugal nas classes de N.Boulanger, S.Vegh, Y.Léfèbure, Y.Bernette, K.Engel e H.Leygraff.

Após ter terminado os seus estudos em Portugal com distinção, usufruiu de uma bolsa de estudo do Governo alemão (Deutscher Akademischer Austauschdienst) na classe de virtuosidade do Prof. Conrad Hansen na Staatliche Hochschule für Musik und Darstellende Kunst”na cidade de Hamburgo, onde fez o seu Staatskonzertexamen com a melhor nota.

Desde 1978 tem vindo a leccionar nesta mesma escola, onde lhe foi conferido pelo Senado da cidade livre e hanseática de Hamburgo, desde 1995,o título académico de Professora catedrática.

Helena Rocha enveredou por uma carreira internacional de concertos além das fronteiras, como é o exemplo da Ásia onde encontrou um público maravilhado pela sua arte.

Tem sido solista de Orquestras de renome sob a regência de M.Husmann, E.van Remoortel, K.Malke, P.Peterson, H.Beck, N.Beethke. Na área de música de Câmara é uma parceira experiente e flexível.

As diversas gravações radiofónicas e em CDs são um testemunho da sua versatilidades e talento.

Exposição de Fotografia “O Prazer de Fotografar” de Eduardo Teixeira Pinto

Eduardo da Costa Teixeira Pinto nasceu em Amarante, em 1933 e começou a tirar as suas primeiras fotografias profissionais em 1950, tornando-se expositor desde 1953 em vários salões de fotografia nos cinco continentes.

Foi membro activo de diversas comunidades de fotógrafos, nomeadamente «Associação Fotográfica do Porto», «Grupo Câmara» (Coimbra) e «Associação Fotográfica do Sul» (Évora). A sua vasta obra, dotada de um olhar poético sobre a realidade, fizeram de si um dos melhores e mais galardoados fotógrafos portugueses do século XX com fotografias que abordam diversos temas, com destaque para a Natureza e a figura humana, que tão bem soube conciliar.

Com fotografias como «Rodopio», «Igreja de S. Gonçalo», «De Regresso»,   «Tema de Pintores», «Matinal» e «Quietude», entre outras, obteve inúmeros prémios em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente o Grande Prémio de Camões (1960), na época, uma das mais altas distinções a nível nacional.

Falecido em Janeiro de 2009, Eduardo Teixeira Pinto, deixou um espólio fotográfico de valor incalculável sendo vontade da família promover a  sua divulgação com a referida exposição.

Inserido nesse propósito foi publicado um livro, em Dezembro de 2010, Eduardo Teixeira Pinto – a poética da imagem, numa edição com o patrocínio total da empresa Mota Engil, com cerca 230 fotografias de Eduardo Teixeira Pinto agrupadas por temáticas: O Rio, A Nossa Terra, A Nossa Gente, as Festas e Outros Olhares.  O trabalho de Eduardo Teixeira Pinto está patente no Museu -Amadeo de Souza-Cardoso – Amarante, com uma exposição permanente no primeiro piso daquele equipamento cultural.

A exposição itinerante consta de uma selecção de 38 fotografias, premiadas a nível nacional e internacional, de um espolio, já patentes em diversos locais desde a Biblioteca Municipal Albano Sardoeira (Em homenagem promovida pela Câmara Municipal de Amarante), no Porto, na UNICEPE, na Biblioteca Municipal de Penafiel, na Biblioteca Municipal de Lousada,  na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, na Associação Nacional de Fotógrafos Profissionais nas Caldas da Rainha, com homenagem póstuma, na Câmara Municipal de Paredes, Biblioteca Municipal de Valongo, Biblioteca Municipal da Maia, Biblioteca Municipal de Sto Tirso, Biblioteca Municipal de Espinho, Biblioteca Municipal Famalicão, Biblioteca Municipal de Gondomar, Museu D. Diogo de Sousa, Biblioteca de Matosinhos (Integrada na Festa da Poesia), Biblioteca Municipal de Valença, Biblioteca Municipal de Vila Verde e Biblioteca Municipal de Barcelos Biblioteca Municipal  de Barcelos, Biblioteca Municipal de Celorico de Basto, Casa da Cultura da Trofa, Biblioteca Municipal Cascais, Turismo da Povoa de Varzim, Biblioteca Municipal de Ovar, Centro Cultural da Nazaré, Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE) e Biblioteca Municipal de Ponte de Lima estando, entretanto, já agendadas várias exposições para os próximos meses.

Traquinas no Piano do Clube

::  Dia 18 sábado

 Piano-bar

16h00 

Traquinas no Piano do Clube

Recital de Piano pelos alunos do Curso de Música Silva Monteiro 

Os Traquinas são pequenos pianistas do Curso de Música Silva Monteiro  que  pretendem levar ao público muita música, variadas peças, mostrando tudo o que sabem e muito mais. Será um recital divertido que procura diversidade e acima de tudo um ambiente informal mas não menos musical. 

Através deste evento realizado pelos  Professores Estagiários Maria Francisca Fernandes e Bruno Rua surge a oportunidade de trazer os alunos a um novo espaço, apresentar as obras estudadas a um público novo e diferente, e ainda conviverem entre si.

Os Traquinas esperam por si para muita diversão musical.

 

Jazz no Clube: MJ Leal Trio

::  Dia 17 | Fevereiro

Sexta-feira

 Piano-bar

23h00

Jazz no Clube

MJ Leal Trio

 ”O trio interpreta temas de blues e standards de jazz, onde a cantora se inspira nas grandes influências que tem de Nina Simone, Ella Fitzgerald, Ray Charles, entre outros.Acompanhada por Carl Minnemann e Hugo Raro, dois músicos de referência no circuito musical português!”

Carlos Azevedo – Piano

Carl Minnemann – Contrabaixo

MJLeal – Voz

Exposição de Fotografia “O Prazer de Fotografar” de Eduardo Teixeira Pinto

Eduardo da Costa Teixeira Pinto nasceu em Amarante, em 1933 e começou a tirar as suas primeiras fotografias profissionais em 1950, tornando-se expositor desde 1953 em vários salões de fotografia nos cinco continentes. 

Foi membro activo de diversas comunidades de fotógrafos, nomeadamente «Associação Fotográfica do Porto», «Grupo Câmara» (Coimbra) e «Associação Fotográfica do Sul» (Évora). A sua vasta obra, dotada de um olhar poético sobre a realidade, fizeram de si um dos melhores e mais galardoados fotógrafos portugueses do século XX com fotografias que abordam diversos temas, com destaque para a Natureza e a figura humana, que tão bem soube conciliar.

Com fotografias como «Rodopio», «Igreja de S. Gonçalo», «De Regresso»,   «Tema de Pintores», «Matinal» e «Quietude», entre outras, obteve inúmeros prémios em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente o Grande Prémio de Camões (1960), na época, uma das mais altas distinções a nível nacional.

Falecido em Janeiro de 2009, Eduardo Teixeira Pinto, deixou um espólio fotográfico de valor incalculável sendo vontade da família promover a  sua divulgação com a referida exposição.

Inserido nesse propósito foi publicado um livro, em Dezembro de 2010, Eduardo Teixeira Pinto – a poética da imagem, numa edição com o patrocínio total da empresa Mota Engil, com cerca 230 fotografias de Eduardo Teixeira Pinto agrupadas por temáticas: O Rio, A Nossa Terra, A Nossa Gente, as Festas e Outros Olhares.  O trabalho de Eduardo Teixeira Pinto está patente no Museu -Amadeo de Souza-Cardoso – Amarante, com uma exposição permanente no primeiro piso daquele equipamento cultural.

A exposição itinerante consta de uma selecção de 38 fotografias, premiadas a nível nacional e internacional, de um espolio, já patentes em diversos locais desde a Biblioteca Municipal Albano Sardoeira (Em homenagem promovida pela Câmara Municipal de Amarante), no Porto, na UNICEPE, na Biblioteca Municipal de Penafiel, na Biblioteca Municipal de Lousada,  na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, na Associação Nacional de Fotógrafos Profissionais nas Caldas da Rainha, com homenagem póstuma, na Câmara Municipal de Paredes, Biblioteca Municipal de Valongo, Biblioteca Municipal da Maia, Biblioteca Municipal de Sto Tirso, Biblioteca Municipal de Espinho, Biblioteca Municipal Famalicão, Biblioteca Municipal de Gondomar, Museu D. Diogo de Sousa, Biblioteca de Matosinhos (Integrada na Festa da Poesia), Biblioteca Municipal de Valença, Biblioteca Municipal de Vila Verde e Biblioteca Municipal de Barcelos Biblioteca Municipal  de Barcelos, Biblioteca Municipal de Celorico de Basto, Casa da Cultura da Trofa, Biblioteca Municipal Cascais, Turismo da Povoa de Varzim, Biblioteca Municipal de Ovar, Centro Cultural da Nazaré, Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE) e Biblioteca Municipal de Ponte de Lima estando, entretanto, já agendadas várias exposições para os próximos meses.

Curso Fado de Coimbra

CURSO

Fado de Coimbra

todas as quintas-feiras de Fevereiro a Junho de 2012

21h30 às 23h

Mensalidade: 25 euros  – 15 euros para estudantes e aposentados!!!

Inscrições através do email institutodemusica.clp@gmail.com

Tópicos principais do curso:

– Origens do fado
-Tradição académica (traje, serenatas, locais emblemáticos)
-A guitarra portuguesa de Coimbra – teorias da evolução do instrumento
-Períodos/fases mais marcantes da história do fado de Coimbra
-Diferentes estilos da canção de Coimbra (canção, trova, balada,romagem…)
-Intérpretes mais marcantes (guitarristas e solistas)
-Canção de Intervenção
-Os poetas e os compositores
-O fado de Coimbra na actualidade

Formador:

Pedro Fernandes Martins

Solista de fado de Coimbra no Grupo de FadoAcadémico da Universidade do Porto; letristae compositor de Fado de Coimbra (temas cantados e instrumentais)

Concerto de Oboé e Piano

:: Dia 10 |  6ª feira
Piano bar    
 22h  

 Concerto de Oboé e Piano

 Samuel Bastos – Oboé

David Silva – Piano

obras dos compositores:

R.Schumann

Tiago Coimbra (1ª Audição Mundial)

Luís Carvalho (1ª Audição Mundial) – presença do compositor

Josef Haselbach (1ª Audição em Portugal)


Um Sentido na Poesia

:: Dia  7  |  3ª FEIRA
Piano bar, 21h00

 Um Sentido na Poesia

 tertúlia

A poesia tem todos os sentidos. É uma arte completa, esculpida na praça dos papéis, nas ruas das linhas, nas avenidas das frases.
Todos os sentidos têm poesia.

A magia do toque, o doce do paladar, a melodia da audição. Há um sentido que, porém, combina toda esta magia-doce-melodia da poesia. A visão.

Um poema pode ser lido na escuridão dos olhos, sob o olhar atento dos dedos.
Ainda assim todos o entendem. Todos o elevam. Todos o gritam.

Um sentido na poesia encontra a cada terceira quarta-feira do mês, o sentido numa noite de poesia, aqui no Clube Literário do Porto.

Participação ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal.