Olhares Cruzados sobre a situação dos estudantes cabo-verdianos no Porto

:: Dia 5  | sábado

Auditório, 17h00 

Olhares Cruzados sobre a situação dos estudantes cabo-verdianos no Porto:

Integração, Associativismo, Desvio Social e Relação com as Autoridades

Daisy Correia da Silva (FEP)

Delila Leite (ERC)Tendo em conta o número considerável de cabo-verdianos que tem procurado o Grande Porto como o seu local de estudos, número esse que tem aumentado de ano para ano, e as eventuais dificuldades que lhe são afectantes, achou-se pertinente convidar a toda comunidade académica crioula a levantar o olhar sobre a situação dos estudantes cabo-verdianos no Porto.

Neste sentido, no âmbito da Tertúlia Crioula Itinerante e da estreia da Tertúlia Crioula Portuense, pretende-se promover um fórum de discussão, no dia 05 deste mês, sobre diversos aspectos ligados aos estudantes cabo-verdianos que vivem no Porto, englobando não só o associativismo, mas também a integração, o desvio social, a relação com as autoridades, entre outros.

Esse fórum, intitulado “Olhares Cruzados sobre a Situação dos Estudantes Cabo-verdianos no Porto: Integração, Associativismo, Desvio Social e relação com as Autoridades”, pretende-se que seja um espaço de debate, reflexão, e crítica intersubjectiva, assentes num dialogo cívico, sobre os reais problemas que, numa circunstância ou outra, nos afectam a todos nós. No fim, pretende-se que estejamos mais conscientes desses mesmos problemas, e que, de alguma forma o fórum contribua para o progresso da situação actual. Aliás, dizia Joseph Joubert, o objectivo da argumentação, ou da discussão, não deve ser a vitória,mas o progresso.

Como pré- abertura do fórum, lançamos as seguintes questões:

(1) Como avalia o nível de integração dos estudantes caboverdianos nos meios académicos e sociais do Porto?
(2) Quais são os maiores entraves a essa integração?
(3) Quais devem ser as competências da associação dos estudantes caboverdianos no Porto?
(4) Achas que as sucessivas direcções associativas dos estudantes caboverdianos têm cumprido cabalmente as suas funções, tendo em conta o limite de meios que têm tido disponíveis?
(5) E os estudantes, têm cumprido o seu papel? Vê-se neles o espírito de associativismo?
(4) Como tornar a associação dos estudantes caboverdianos sustentável, dotando-a de meios que lhe permitam cumprir as suas funções?
(6) Que papel cabe as entidades caboverdianas para melhor a integração, o associativismo, etc, e consequentemente a situação dos seus estudantes no Porto?
(7) Como avalia a política educativa das entidades cabo-verdianas em relação aos estudantes em Portugal, e particularmente no Porto?
(8) Considera que a imagem dos estudantes caboverdianos perante a sociedade portuense piorou ou melhorou nos últimos tempos?

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