Exposição pequenas revoluções – pintura da pat

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Pat desenvolve trabalho de pintura, fotografia e intervenção.

A série de trabalhos FAZEM-SE REVOLUÇÕES POR ENCOMENDA começou por ser uma ação interventiva num espetáculo do ciclo poético Quintas de Leitura, no Teatro do Campo Alegre, no Porto. Leitores de poemas, músicos e performers eram anunciados em palco, pelos desenhos da Pat, transportados nas mãos de uma bailarina erótica.

PEQUENAS REVOLUÇÕES são agora acrílicos sobre tela, pintados entre Janeiro e Outubro de 2011. Nestes quadros, de forma caricatural e garrida, Pat aborda temas deste mundo estapafúrdio.

Esta exposição de pintura – a primeira – surgiu como forma de agradecer àqueles que, ao longo dos anos, fizeram questão de incluir obras da Pat nas suas coleções: Lucília Monteiro, Mafalda Megre, Rita Siza, Claudia Falley, Susana Peixoto, Paula Avelar e Artur Miguel Moreira Rubim, entre outros.

 

http://www.facebook.com/event.php?eid=257405040976233

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Atelier para crianças “Efeitos de impressão”

Sábado, 5 de Novembro 

16h00 – 18h00

Crianças dos 5 aos 10 anos

Inscrições: 10 euros

Inscrições através do email clubeliterario@fla.pt ou na recepção do Clube Literário do Porto

Orientação: Prof. Vânia Moreira


“Gosto de tocar as cores. É como se tivesse o arco-íris na palma da mão” 
(Isidro Ferrer, 2002). 

Neste atelier a criança terá oportunidade de descobrir cores, texturas, imagens simples e complexas através da impressão. Os seus dedos transformar-se-ão em instrumento de desenho e de uma forma lúdico-criativa poderá criar uma série de formas/desenhos únicos.

Tal como não existem duas impressões digitais iguais também não existirão dois desenhos iguais. Com esta atividade, pretende-se que a criança, de uma forma empírica, adquira capacidade de analisar, compreender, refletir e agir/produzir, a partir de experiências que lhe sejam relevantes e significativas.

O objetivo deste atelier passa assim por possibilitar que a criança seja capaz de assumir o papel de intérprete do mundo e de refletir sobre o que a rodeia, tornando-se esta atividade num suplemento do trabalho realizado na escola e em casa.

Vânia Moreira

Nasceu no Porto em 1984. É licenciada em Artes/Joalharia pela ESAD – Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos e atualmente encontra-se a frequentar o Mestrado em Ensino de Artes Visuais na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Na area da Joalharia, participou em vários workshops conceituados na área, tais como: ”The Journey” por Judy McGain, “The Perfect Flow” por Chistopher Zellweger, “One day, one tool, one piece, one material” por David Huycke, “Crossover” por Theo Smeets,  “2nd Skin Cork Jewellery” por Ana Campos. (A participação neste workshops permitiu reciclarar e alargar conhecimentos na área da joalharia)

Na área do ensino, participou nas seguintes formações: “Diferenciar para Aprender, Aprender a Diferenciar” e “Competências Interpessoais – Prevenir e Resolver Situações Problemáticas” pelo Centro de Formação de Associação de Escolas de Matosinhos, “A Educação e a Expressão Plástica nas AEC no 1ºCEB” pelo Cento de Formação da APEVT. Possui ainda o certificado profissional de formadora (CAP) e detém aptidões e competências artísticas na área do desenho, pintura, fotografia, técnicas oficinais de ourivesaria e design gráfico.

Leciona Expressão Plástica nas Atividades de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo do Ensino Básico desde 2006. Foi formadora no Workshop “Joias para Crianças” em 2009 e “Faça a sua Jóia” na Casa de Serralves em 2007.

Paralelamente tem participado em diversas exposições nacionais e internacionais tais como:

2010- Fitur 2010, Madrid
2009- 2nd Skin Cork Jewellery, ISTEC, Lisboa

2008- Galeria Tereza Seabra, LisboaGaleria Chiado Design, Évora; Galeria Adorna Corações, exposição “Ponto de Linha”, Porto2nd Skin Cork Jewellery, Barcelona, Espanha; 2nd Skin Cork Jewellery Galerie Ra Amsterdão, Holanda; 2nd Skin Cork Jewellery, Applied Art and Design Museum of  Tallinn, Estónia.

2007 – 2nd Skin Cork Jewellery, Galleria Johan, Helsínquia, FinlândiaServ’Artes, Porto;2nd Skin Cork Jewellery, PortoJóia, Matosinhos; 2nd Skin Cork JewelleryVilla Bengel, Idar-Oberstein, Alemanha; Portuguese Contemporany Jewellery, Nuremberga, Alemanha.

2006 – Mostra de Natal, Galeria Shibuichi, Leça da PalmeiraMarzee Gallery, Nijmegen – HolandaPortoJóia, Matosinhos; Midora , Feira de Arte, Leipzig, Alemanha; IV Concurso Porto Jóia Design, MatosinhosOurindústria, Pavilhão de Exposições, Gondomar.

2004 – Exposição de pintura “Bazar de Arte”, Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto.

2002 – Exposição Desenho “Me, You, Us”, Suécia, Inglaterra e Portugal

Exposição Desenho e Pintura de Catarina Vieira

Cave

Exposição Desenho e Pintura de Catarina Vieira

Até 31 de Outubro

O que é a arte? O que é o belo? O conceito de arte muda com os tempos, com as vontades, com o ser… assim como a ideia do belo. Assim, entre tantas outras coisas, podemos dizer que a arte é um grande processo de auto-redescoberta da Humanidade, um monumento que é como um ser vivo: sempre deslumbrante, sempre fascinante, mas sempre inacabado… Esta exposição, modestamente intitulada “Desenho e Pintura”, é uma amostra do trabalho de uma jovem e promissora artista que se começa a descobrir a si mesma e à arte; uma viagem inocentemente desconexa em busca daquilo a que chamamos beleza…

Catarina Vieira, nascida em Rio Tinto em 1994, tem vindo a explorar o mundo das telas e dos pincéis desde os seus dez anos. Frequenta actualmente o 12.º ano de escolaridade, no curso de artes visuais. Já participou por várias vezes em exposições colectivas, de que se destacam três participações na exposição internacional “GóisArte”. Esta é a sua primeira exposição individual.


Exposição PINTURA Circus de Alexandre Rola

Galeria

Exposição PINTURA

Circus de Alexandre Rola

Até 31 de Outubro


«Os artistas de circo são superiores a mim

Porque sabem fazer pinos e saltos mortais a cavalo

E dão os saltos só por os dar

E se eu desse um salto havia de querer saber por que o dava

E não os dando entristecia-me

Eles não são capazes de dizer como é que os dão

Mas saltam como só eles sabem saltar

E nunca perguntaram a si mesmos se realmente saltam

Porque eu quando vejo alguma coisa

Não sei se ela se dá ou não nem posso sabê-lo

Só sei que para mim é como se ela acontecesse porque a vejo

Mas não posso saber se vejo coisas que não aconteçam

E se as visse também podia supor que elas sucediam…»

(Fernando Pessoa)


No dia 27 de Outubro de 1978 nasceu, no Porto, Alexandre Rola.

Ingressou, após o secundário, no curso de economia no ano de 1997, que veio a concluir em 2002. Em 2003 tirou o curso de fotografia que lhe forneceu o apoio necessário para alguns experimentalismos fotográficos pelo País e pela Europa. Em 2004 ingressou no curso superior de Design e Comunicação que veio a finalizar em 2008. Em 2010 concluiu uma tese de mestrado sobre Intervenções Urbanas na ESAD.

Paralelamente, desde 2001, pinta exaustiva e diariamente. Desde 2003 que expõe regularmente.

www.alexandrerola.com

21h30 – Inauguração do projecto: Fibras de Silêncio

Sábado, dia 31    /    Galerias do piso 2 e Cave, 21h30 

Performance musical e poética: Henriques Fernandes e Geert Vermeire (Belgica).

Concepção e apresentação do projecto: Simona Vermeire.

Fibras de silêncio é um projecto interdisciplinar internacional que explora os sentidos artísticos do tema proposto em conexão com o espaço onde se manifesta: O Clube Literário do Porto. Exposição de pintura, desenho, fotografia, instalação e performances tornam-se maneiras autênticas de reunir artistas de três países: Portugal, Bélgica e Roménia. Geert  Vermeire  (poeta),  Stefaan van Biesen (artista visual, musico), Laurentiu Midvichi (pintor), Simona Vermeire (curadora, crítica de literatura e arte),  Henrique Fernandes (músico), João Mota (fotógrafo) vão experimentar o silêncio como fenómeno da “ressonância” e da criação de ‘campos’ como espaços de interacção entre o local e os visitantes.

Através de intervenções artísticas manifestadas em todos os andares do edifício, pretendemos criar uma experiência do espaço cultural Clube Literário e tornar acessível o silêncio, percorrendo as suas fibras que propõem não só vários níveis de compreensão, mas também várias camadas de sensorialidade. Portanto, a experiência não se limita à epiderme do silêncio, mas procura penetrar o corpo até tomar consciência das fibras que o constituem. Criar e procurar as fibras de silêncio é um convite também para percepcionar o espaço como uma criação subtil e delicada da unidade, em vez de um acréscimo de objectos de arte. A linha de demarcação entre o desenho, pintura, fotografia, música, literatura será transformada num espaço mental do silêncio. Todas as manifestações do sensível são fibras que constroem o corpo do nosso ser único. O nosso projecto tem a ambição de procurar esse ser único no silêncio criado na harmonia de um autêntico caminho artístico baseado na empatia das nossas fibras ontológicas.

INAUGURAÇÃO da exposição de pintura “Malhas da minha vida”, de Ana Maria Oliveira

Sexta-feira, dia 16   /    Galeria, 21h30

Inauguração com Porto d’Honra

Invisível fio vai urdindo, com pontos variados.
Há pontos singelos, há pontos cruzados,
há pontos de areia, sem rios, nem mar,
há memórias soltas para entrelaçar,
Assim é tecida a malha da vida
(Regina Gouveia)

Ana Maria Oliveira apresenta, nesta exposição, um conjunto de obras recentes onde aborda o tema da memória e do tempo, principalmente da memória pessoal embora possa ser expandida à memória global.

Ana Maria compila através da pintura e da assemblagem elementos distintos no tempo, onde rendas e bordados antigos são utilizados para construir espaços do presente. Rendas que foram realizadas pelos seus antepassados, e que ganharam um ar de obsoleto com o passar dos anos e que Ana Maria reutiliza naquilo que serão as suas maiores angústias na pintura, como resposta a vários estímulos como a criação e a representação emocional, mas também da homenagem a todas as figuras que lhe deram vida.

As rendas, tão comuns em Portugal dos nossos pais, são hoje objectos abandonados e empoeirados em baús que muitas vezes teimamos em manter fechados, mas que representam muito do que foram os nossos familiares e antepassados, principalmente as mulheres que realizavam estes objectos manualmente para adornar as suas vidas.

Fazer estas rendas era um modo quase terapêutico e de convívio já que as mulheres juntavam-se e, enquanto bordavam, iam debatendo as suas dúvidas. Por outro lado, estes pequenos objectos eram extremamente demorados e minuciosos fazendo com que o envolvimento de uma mulher fosse muito grande e durante um período quase sempre muito longo, sendo estes pequenos tecidos uma espécie de registo de muitas horas de conversas e de angústias e de assuntos que outros não poderiam aceder, mesmo o marido ou os filhos.

Assim estas malhas são uma espécie de registo da memória de pessoas que foram naturalmente desaparecendo, mas que perduram nas suas conversas e nas suas dúvidas na memória pessoal e nestes pequenos diários.

Ana Maria faz, deste modo, uma homenagem a algo esquecido que são estes momentos de diálogo e de convívio dos seus antepassados, retirando-os do baú empoeirado e reutilizando-os nos seus momentos de convívio no ateliê e nas suas angústias resolvidas muitas vezes através da pintura. Malhas da minha vida é a homenagem à vida da mãe, da avó e de todas as grandes mulheres que existiram na sua vida, mas principalmente uma homenagem a todas as mulheres que estoicamente resistem e educam os seus filhos, mesmo em condições nem sempre favoráveis de repressão e de dificuldade.

 Malhas da minha vida é um exercício de valorização da mulher, e de tudo aquilo que esta representa, e que muitas vezes deixamos esquecido em baús que teimamos em manter fechados.

Nota biográfica:
Ana Maria Oliveira nasceu no Porto, em 1954.
Frequenta desde 2005 o curso de Desenho e Pintura da Escola de Artes Plásticas Utopia, no Porto.
Frequentou o Workshop de Pintura ‘Pinta Percepções’, Estaleiro Cultural Velha-a-Branca / Escola Superior de Ciência da Universidade do Minho, em Braga, em 2008.

INAUGURAÇÃO da exposição de pintura e escultura “Um sonho, cinco sonhos”, de Luís de Matos

Quinta-feira, dia 1    /    Cave, 19h00

Capilé d’Honra com palhinha azul

 

Nota biográfica:

Estudou na escola António Arroio | Estágio no Teatro D. Maria II | Ateliers de Pinto de Campos e de Franklin da silva/cenografia e figurinos | Atelier do cenógrafo Barata de Carvalho/cenografia/temáticos e montras | Trabalhos de artes Gráficas na Litografia Amorim | Formação Académica em Artes Gráficas, Selecção e Fotografia | Atelier de Franklin da Silva, como cenógrafo e cartazista | Director de Arte Agência Cinangola – Luanda | Agência de Publicidade Publirama | Curso de Flexografia e Serigrafia | CECOA – Curso de Formação Pedagógica de Formadores/Vitrinismo | Criativo freelancer Dun&Bradstreet Company | Director Técnico Criativo, RectÂngulo Publicidade e Imprime Serigrafia | Estagiou em Madrid na empresa Panorama, onde estudou novas tecnologias de impressão serigráfica, técnicas de fotografia e impressão de grande formato | Colaborou com a C.M. Lisboa executando trabalhos para o departamento de turismo | Colaborou com a Junta de Freguesia da Lapa na concepção e realização de maquetes e figurinos para as Marchas Populares Infantis da C. M. Lisboa e na execução de presépios de grande formato | Representado em colecções particulares.

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