Desencontros de Pedro Neves

:: Dia 19 | Quarta-feira

Auditório

14h30

Projecção de filme: Desencontros,

de Pedro Neves

Um filme sobre uma demonstração de estereótipos sociais.

Org: EAPN

Entrada Livre

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Conversas Imaginárias (I)

11:30 – Novas formas de publicação em Portugal (debate com Pedro Ventura, Carla Ribeiro, Diana Sousa e Ana Cláudia Silva; moderação de Rogério Ribeiro).

12:30 – Intervalo.

14:00 – Arte Fantástica: Ilustração, Fotografia e Banda Desenhada (apresentações por Ana Cruz, André Coelho, Pedro Miranda, Manuel Alves e Diogo Carvalho; moderação de Rui Ramos).

15:30 – Marionetas do Porto (apresentação por Isabel Barros e Shirley Resende; moderação de Rui Ramos).

16:00 – O Porto Fantástico e o Fantástico no Porto: À conversa com Beatriz Pacheco Pereira (moderação de Rogério Ribeiro).

17:00 – Intervalo.

17:30 – Contos: O Fantástico em dose concentrada (debate com João Ventura, Jorge Palinhos, João Reis e José Pedro Lopes; moderado por Inês Botelho).

18:30 – Projectos multimédia (apresentações de Nocturnus (Rafael Loureiro-escritor), Yoshi (João Pedro Sousa-mangaka+Pedro Andrade-músico), Noidz (Andreia Lopes-vocalista e José Baetas-ilustrador) e UnderSiege; moderação de Rogério Ribeiro).

Inauguração da exposição “Homo Virtualis”, da Bienal do Porto Santo

Sábado, dia 19 / Galeria do piso 2, 18h00

Pela primeira vez o projecto Bienal do Porto Santo será divulgado na Invicta Cidade do Porto, através de uma exposição colectiva, conferência(s) e ciclo de obras cinematográficas. Este evento terá lugar entre 19 e 30 de Junho de 2010 no edifício do Clube Literário do Porto sito no N.º 22 da Rua Nova da Alfândega (ao lado da igreja de S. Francisco, na marginal junto ao rio Douro e muito perto da casa onde nasceu o Infante D. Henrique, a cujo mando se achou a ilha do Porto Santo em 1418).

A exposição a estar patente na galeria do Clube Literário do Porto, subordinada ao tema da próxima quarta edição da Bienal: “Homo Virtualis”, deverá ser integralmente transposta para o Porto Santo e remontada na galeria do Edifício Histórico do Município, dada a semelhança espacial entre estes dois espaços expositivos.
No Porto a partir do tema proposto para a IV Bienal do Porto Santo: “Homo Virtualis”, que reflecte os aspectos virtuais da nossa civilização, deverá ter-se o LIVRO como tema específico desta exposição, reflectindo por sua vez a ambiguidade deste objecto poder actualmente ser tanto real como virtual (…), numa dinâmica que abranja possíveis conteúdos literários contextualizados plasticamente nas peças a estarem patentes.

Piano bar, 19h00
Conferência sobre o projecto da Bienal de Porto Santo e o tema proposto para a próxima e 4ª Edição: “Homo Virtualis”

Piano bar, 20h00
Ciclo de vídeo e Cinema 1
Vídeo- “Que palavra será” de Samuel Becket/Projecto INTERCULTURACIDADE (+/- 10 minutos)
Cinema- “As memórias que nunca se apagam” de Dianarte Freitas e Eduardo Costa (filme madeirense, +/- 30 minutos)

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Ciclo de cinema: “Alimentação para o século XXI”

Segunda-feira, dia 14 / Auditório, 21h30

4.ª e última sessão: “TranXgenia – A História da Lagarta e do Milho”
Tema debate: Organismos geneticamente modificados

Apresentação: Plataforma Transgénicos Fora
Sessão acompanhada com mostras de produtos

Org.: Org.: Movimento Pró-Informação para a Cidadania e Ambiente, Campo Aberto, Plataforma Transgénicos Fora!

Ciclo de cinema: “Alimentação para o século XXI”: 2.ª Sessão: “O futuro dos alimentos”

Segunda-feira, dia 31 / Auditório, 21h30

Prova de produtos da Naturocoop
Debate sobre agricultura biológica

Neste início de século, a forma como nos relacionamos com o mundo está a ser transformada em todos os aspectos.

Vivemos concentrados em grandes centros urbanos com uma vida cultural abundante. Os centros comerciais oferecem-nos um sem número de opções onde gastar o nosso dinheiro, e parece ser isso que define o nosso conceito de qualidade de vida. As viagens de avião de baixo custo fazem parecer que estamos mesmo a viver numa aldeia global… Ao mesmo tempo, com a internet e os “gadgets” electrónicos, queremos estar sempre perto de tudo.

Enquanto isso esquecemos a importância de algumas necessidades básicas, como a alimentação. Não sabemos, ou não queremos saber o que se esconde por detrás das prateleiras dos supermercados. Mas devíamos!

A agricultura moderna divorciou-se completamente da natureza e já é um dos maiores consumidores de energia e água, bem como causadora de poluição. A agricultura intensiva destrói a biodiversidade e contamina a terra com pesticidas e fertilizantes artificiais. A isso vem somar-se a contaminação biológica e outras ameaças da introdução de organismos geneticamente modificados.

As regras do mercado livre globalizado aplicadas ao sector estão a destruir o modo de subsistência de milhões de pessoas e comunidades ao redor do mundo.

E o resultado final disso também é péssimo para nós consumidores. Os alimentos estão repletos de resíduos químicos que se acumulam no nosso corpo com potenciais efeitos graves para a saúde.

Que decisões individuais ou colectivas podemos tomar para mudar este rumo?

Este ciclo de cinema pretende lançar algumas ideias.

Ciclo de cinema: “Alimentação para o século XXI” – 1.ª sessão: “Quem alimenta o mundo?”

Segunda-feira, dia 24 / Auditório, 21h30

Neste início de século, a forma como nos relacionamos com o mundo está a ser transformada em todos os aspectos.

Vivemos concentrados em grandes centros urbanos com uma vida cultural abundante. Os centros comerciais oferecem-nos um sem número de opções onde gastar o nosso dinheiro, e parece ser isso que define o nosso conceito de qualidade de vida. As viagens de avião de baixo custo fazem parecer que estamos mesmo a viver numa aldeia global… Ao mesmo tempo, com a internet e os “gadgets” electrónicos, queremos estar sempre perto de tudo.

Enquanto isso esquecemos a importância de algumas necessidades básicas, como a alimentação. Não sabemos, ou não queremos saber o que se esconde por detrás das prateleiras dos supermercados. Mas devíamos!

A agricultura moderna divorciou-se completamente da natureza e já é um dos maiores consumidores de energia e água, bem como causadora de poluição. A agricultura intensiva destrói a biodiversidade e contamina a terra com pesticidas e fertilizantes artificiais. A isso vem somar-se a contaminação biológica e outras ameaças da introdução de organismos geneticamente modificados.

As regras do mercado livre globalizado aplicadas ao sector estão a destruir o modo de subsistência de milhões de pessoas e comunidades ao redor do mundo.

E o resultado final disso também é péssimo para nós consumidores. Os alimentos estão repletos de resíduos químicos que se acumulam no nosso corpo com potenciais efeitos graves para a saúde.

Que decisões individuais ou colectivas podemos tomar para mudar este rumo?

Este ciclo de cinema pretende lançar algumas ideias.

Prova de produtos da Quinta de Segade

O debate desta sessão não vai ter um tema específico

As sessões serão acompanhadas com mostras de produtos e debates
Org.: Ass. Campo Aberto