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Lançamento: Ranhura de Carlos Vinagre

:: Dia 21| sábado

Piano-bar , 22h00

Escrevo pelas nuvens. A água desaba pela centopeia. Na boca ferve o diospiro. Bate o que estranho. Encontro o diadema sem corpo. Estonteia o coração. O estalo abre o músculo perante a descoloração do mundo. Assim paira o ina-nítido. ( Ranhura, 2011, Carlos Vinagre)

Lançamento: Ranhura de Carlos Vinagre

Apresentação: Joana Espain e Bruno Miguel Resende

seguido de concerto pela Tuna Elétrica da Timpeira: Cristina Cigre (voz), Pedro Vaz de Carvalho (guitarra), Mário Prata (guitarra).

Carlos Vinagre: nasceu em 1988 e reside em Espinho. Até ao momento publicou Moluscos de Mântua ( 2009 ) e Ranhura ( 2011 ). Preside a Associação Cultural Extrapolar e é responsável pelo blogue http://www.acextrapolar.com/blog. Escreve regularmente em http://www.carlosvinagre.blogspot.com .

Tuna Elétrica da Timpeira: é o resultado musical de muitos e bons anos vividos na localidade da Timpeira em Vila Real, numa pequena e velha casa agrícola transformada em clube musical .

Promoção Especial: Magnetismo Terrestre

(…) O título desta colectânea de poemas repassados de saudades de um tempo e de um lugar (que afinal é um universo) é a transposição alegórica de uma temática científica da área da Física, o que não surpreende porque a autora, docente de Física e  Química pode, com a maior naturalidade, emoldurar o seu estro em referentes científicos ainda que metafóricos, como é o caso presente e foi também o caso das obras anteriores Reflexões e Interferências (…)

Professor Doutor Ferreira da Silva, no prefácio

PROMOÇÃO ESPECIAL

Magnestismo Terrestre de Regina Gouveia

Antes: 12 euros

Agora: 8 euros

O Corredor Interior em promoção especial

PROMOÇÃO ESPECIAL

O Corredor Interior de Daniel Maia-Pinto Rodrigues

Antes: 18,50 euros

Agora: 12 euros

Mário Cláudio coloca o romance O Corredor Interior, de Daniel Maia-Pinto Rodrigues, como um dos 5 melhores livros (de todos os géneros literários) editados em Portugal, em 2006.

Único romance do autor, incorpora vários elementos do seu imaginário poético. Enveredando ostensivamente pelo domínio do fantástico, a obra apresenta, na concepção das personagens, dos espaços e da intriga, uma estrutura simbólica e faz apelo a uma compreensão metafísica da realidade.

Lançamento do livro “o Jogo da Glória” de Rui Branco

17 de Dezembro – Sábado

17h00

Lançamento do livro “o Jogo da Glória” de Rui Branco

Deus não brinca em serviço. Ou será que brinca?
Cinco crianças nascem no mesmo dia, em pontos distantes do planeta Terra. Crescem e transformam-se em fanáticos religiosos. Nas imprevisíveis andanças da vida, acabarão por se encontrar em situações de conflito. Um caprichoso destino dita as suas mortes também no mesmo dia, 50 anos depois.

“Entrelinhas m’entrego” de Isabel Reis

:: Dia  16 sexta-feira 

Auditório

21h30

Apresentação do livro de poesia “Entrelinhas m’entrego” de Isabel Reis 

Maria Isabel de Araújo Reis, nasceu na bela cidade do Porto a 20 de Fevereiro de 1980, tendo vivido a maior parte da sua infância e adolescência em Matosinhos. Sendo a mais velha de 4, cedo desenvolveu o instinto maternal, por isso mesmo o seu filho Gabriel seja o grande amor da sua vida. A ele precede-se o amor pela escrita, por isso diga que escreve desde que se lembra de ser gente. Sempre devorou todos os livros ao seu alcance e escrevinhava em qualquer pedaço de papel, em qualquer hora… em qualquer lugar.  Escrever foi, como continua a ser o seu escape, a sua forma de “esvaziar” tudo que lhe vai na alma… na cabeça… no coração.

Nos livros que já tem publicados fala de amor e tudo que lhe está inerente sob a forma de poesia… diz-se uma romântica incurável e que acreditar no amor é a única forma que conhece de viver a vida.  Neste livro, Entrelinhas m’Entrego, como o próprio titulo diz, entrega-se… mais uma vez deposita pedaços de si, da sua vida e da sua alma em páginas de um livro… guarda-os como se guardam as almas nas fotografias, num momento chamado sempre e por isso… eterniza momentos e partilha-os… Partilha-os com todos aqueles que também amam, com todos aqueles que sorriem, sofrem… lutam e acreditam… mas também com aqueles que não acreditam… justamente por isso, para que acreditem, porque vale a pena acreditar no amor, vale a pena acreditar na vida. Porque hoje corre mal, mas amanhã nunca se sabe… amanhã pode correr bem e por isso há que nunca desistir… continuar sempre… Porque… VALE A PENA ACREDITAR EM NÓS.  

O Peso de um Pensamento, a Aproximação (Filosofia) de Jean-Luc Nancy

13 de Dezembro – 3ª feira

18h30

Apresentação do livro O Peso de um Pensamento, a Aproximação (Filosofia) de Jean-Luc Nancy

Tradução portuguesa de Fernanda Bernardo e Hugo Monteiro
a partir do original em francês – Le poids d’une pensée, l’approche

 A colecção Skiagrafia’s regozija-se por acolher e poder dar a ler na nossa língua um dos mais marcantes idiomas filosóficos da contemporaneidade – o de Jean-Luc Nancy: um idioma aplicado a repensar o sentido para além dos seus tradicionais registos onto-teológico, fenomenológico-

-hermenêutico e onto-gnosiológico, pensando o sentido do sentido (orientação, relação, atenção, tensão, ímpeto, aproximação, endereçamento, saudação, prece, desejo, adoração, …) e atentando na singular impossibilidade, heterogeneidade e multiplicidade da sua figuração, da sua figuração em ruína precária, da sua aparição, como este título, O Peso de um Pensamento, a Aproximação, tão bem o testemunha no domínio da universal singularidade da’s arte’s:

«O que quer dizer que o sentido inapropriável se apresenta em tantas figuras quantas as existências (mas não segundo a ultra- figura solar, circular, sacrificial). É desta figuração que os textos aqui recolhidos gostariam de se alimentar. Dizem todos a apropriação do inapropriável em figuras, ou numa figurabilidade ao mesmo tempo geral e vistosa. Mas o que eles dizem – o que teriam querido dizer – não se passa na ordem da «figuração» que «representa» alguma coisa, quer dizer, que vale por outra coisa além da própria figura, e por uma «outra coisa» que a figura reproduz, ou de que ela reproduz algum traço essencial.», op.cit., p. 24.

Apresentação do livro de poesia “Subida (ao Sinai…)”, de Rui Miguel Duarte

:: Dia 10 | sábado

Auditório, 21h30

Apresentação do livro de poesia “Subida (ao Sinai…)”, de Rui Miguel Duarte

Rui Duarte

Rui Miguel Duarte reside em França (54 – Meurthe-et-Moselle). É licenciado em Línguas e Literaturas Clássicas pela Universidade de Lisboa (1991) e doutorado em Literatura pela Universidade de Aveiro (2006).

Foi docente nos Ensinos Superior e Básico. Participou como tradutor na tradução interconfessional da Bíblia (A Bíblia para todos, Lisboa, Temas e Debates, 2009).

Tem publicado artigos em revistas científicas da Estudos Clássicos, em Portugal e no estrangeiro. Desenvolve actualmente pós-doutoramento, como bolseiro da FCT, em Estudos Literários (Retórica Grega antiga). É investigador do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

“Subida” é o segundo livro de poesia do autor.

O título Subida é a versão reduzida do título de um dos poemas do livro, “Subida ao Sinai”. Este poema, como o título dá a entender, evoca a subida ao monte Sinai por Moisés (na verdade, foram várias as subidas, relatadas no livro bíblico de Êxodo caps. 3 e 19 a 34). As subidas ao monte foram para o legislador de Israel o encontro com o Todo-Poderoso, o Deus do universo, sem limites. Este encontro proporcionou-lhe por outro lado um encontro consigo mesmo, a sua humanidade, feita de falhas, lacunas e limitações. Encontro dual, mas não dicotómico, pois um, a revelação de Deus, seu carácter e lei, resolve o outro, levando-o à salvação, à transcendência de si mesmo.

Por analogia, o poeta procura neste livro subir de uma poesia e de uma humanidade que começou baixa, mas que almeja elevar-se às alturas, alturas de Deus e da poesia.

Motivos, motes de inspiração? Textos bíblicos e de outros poetas, ou simplesmente factos da vida, imagens e ideias que vêm à mente do poeta e que lhe suscitam a fala. Subida compreende poemas escritos entre 2009 e 2011, divulgados em blogs e na rede social Facebook. A sua organização não se prende com nenhum critério, a não ser o da ordem cronológica de composição.

A voz, a fala , o canto de José de OLIVEIRA LOPES

:: Dia 9 |  sexta-feira

 

Auditório, 21h30

 

Lançamento do livro

A voz, a fala , o canto de José de OLIVEIRA LOPES

 

José de OLIVEIRA LOPES

José de OLIVEIRA LOPES, tem cerca de mil e quinhentas actuações como solista, em concerto, ópera e recital por todo o mundo. Foi professor na Universidade de Aveiro, Academia Superior Metropolitana,  Escola Superior de Música do Porto e no Conservatório Nacional em Lisboa, sendo frequentemente convidado para Masterclasses na Europa, Brasil, China, Japão, Rússia e USA.

Integra regularmente Júris de Concursos Internacionais de Canto.

De destacar as suas interpretações, durante mais de 20 anos, nas temporadas musicais dos dois palcos portugueses de referência: Teatro S. Carlos e Grande Auditório da F. Gulbenkian. Contracenou com míticos cantores como Franco Corelli, Zylis-Gara, Kraus, Elly Amelling, Vanzo, Cotrubas, Bergonzi, Giacomini. Interpretou em palco cerca de quarenta personagens de ópera.

Foi solista de grandes orquestras como:  Sinfónicas de S. Paulo e do Rio de Janeiro,  Denver (USA), Filarmónicas de Pequim, Moscovo, Bogotá, Varsóvia, etc., sob a direcção de Eliot Gardiner, Maurice Gendron, Philipe Entremont, Dimitri Kitaenko, entre tantos outros. Gravou CDs com os pianistas, Takashi Yamasaki, Noël Lee, Filipe de Sousa, Adriano Jordão e com as Orquestras Gulbenkian, da Rádio Húngara, da RDP e Sinfónica de Budapeste. Detentor do prémio Casa da Imprensa, foi considerado por unanimidade, o melhor intérprete de Lieder, no XIX Concurso Internacional de Canto da Baviera.

Concluiu o Curso Superior de Canto no Conservatório do Porto com 20 valores. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade de Lisboa, exprimindo-se em seis idiomas. Mestre em Psicologia da Música pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, da Universidade do Porto. Doutorado pela mesma Universidade com a tese “Emissão, Articulação e Percepção de Voz Cantada”.

Referido em vários livros destacam-se: “História da Música Portuguesa”, “Cantores de Ópera Portugueses”, “Enciclopédia Larousse”, “Enciclopédia da Música Portuguesa”, “4000  Portugueses Célebres”.

IV Semana do Homenageado “Tempo de Homenagem a António Portugal e António Pinho Brojo”

Clube Literário do Porto | 2 a 14 de Novembro

Sábado, 12 de Novembro de 2011 (Cultura / Obra)

10h00: II Sessão “Guitarra Portuguesa para crianças”

Sessão de experimentação de guitarra portuguesa enlaçada com “estórias” de crianças crescidas.

(Sessão aberta ao público. Entrada livre)

18h00

Lançamento do livro “O Canto e a Música de Coimbra Fotobiografia de Augusto Camacho Vieira”

Apresentação e tertúlia com a presença do autor  – Eng.º Manuel

Fernando Marques Inácio – e a participação do Dr. Augusto Camacho

Vieira e do Grupo de Fados do ISEP.

Momento musical.

(Sessão aberta ao público. Entrada livre)

Domingo, 13 de Novembro de 2011 (Sociedade / Mobilidade Sem Limites)

17h00: “Silêncio Fado Silêncio”

IV Sessão de Fado para surdos. Tertúlia técnica com a presença de

especialistas convidados.

(Sessão aberta ao público. Entrada livre)

Segunda, 14 de Novembro de 2011 (Despedida)

Encerramento da “IV Semana do Homenageado”

I Encontro Literário da Associação Florbela Espanca

:: Dia 29 | Sábado

Auditório

17h

I Encontro Literário da Associação Florbela Espanca

Neste I Encontro do Clube de Leitura da Associação Florbela Espanca, propõe-se uma leitura crítica e uma reflexão sobre uma obra notável da literatura portuguesa.

Aparição, de Vergílio Ferreira, obra maior do existencialismo português, propõe uma introspecção sobre a essência do Homem e o absurdo da morte. A angústia de se saber grande e simultaneamente finito é o problema que leva Alberto Soares a procurar soluções  ” … só há um problema para a vida, que é de saber, saber a minha condição… ter a evidência ácida do milagre que sou, de como infinitamente é necessário que eu esteja vivo, e ver depois, em fulgor, que tenho de morrer…”.

O encontro contará com a presença de Rogério Silva, professor de língua e literatura portuguesa na cidade do Porto.


Poemas Geométricos de Luís Bizarro Borges

:: Dia 22 | Sábado

Auditório

Piano-bar

18h30

Apresentação de Poemas Geométricosde Luís Bizarro Borges

Poemas Geométricosnão é livro (mas também não deixa de o ser). É uma obra não convencional, interativa, bilingue (português/espanhol), onde as palavras se revelam e ocultam com o gesto das mãos.
A obra é constituída por quatro formas geométricas: triângulo, círculo, quadrado e retângulo. As três últimas correspondem a poemas; a primeira aproxima-se ao conceito de capa.
Os poemas exigem interacção, manipulação para terem sentido. Há um jogo de ocultação/revelação. Implica que o recetor seja ativo para que a obra (também ela) tenha sentido.

O autor:

Luís Bizarro Borges é jornalista, autor e gestor de conteúdos culturais e criativos. Tem mais de 25 anos de atividade no jornalismo, exercendo a maior parte da sua carreira profissional no Jornal de Notícias, no Porto.

É autor de várias obras literárias, entre as quais “Pelo lado do invisível” e “Porra para o teatro!” (ambas edição Campo das Letras), além de peças de teatro, de dança-teatro e de espetáculos multidisciplinares.
Também fez cinema, tendo realizado o filme de curta-metragem “Ladeira do Pinheiro”.
Atualmente dedica-se às indústrias culturais e criativas.

Amar a vida inteira de Casimiro Brito

:: Dia 21 | Sexta-feira

Auditório

21h30

Apresentação do livro  Amar a vida inteira  de Casimiro Brito

Casimiro de Brito nasceu em 1938, em Loulé e tem sido um viajante infatigável. Publica desde 1958, e vão mais de 40 títulos (poesia, ficção, ensaio, aforismos, diário, traduções). Está incluído em 204 antologias, um pouco por todo o mundo e está traduzido para 26 línguas.

Está a escrever: o Livro das Quedas (poesia), o Livro do Eros, o Livro das Obsessões (fragmentos), o Livro dos Haiku, o Livro do Desejo (ficção), o Livro das Pequenas Coisas (quotidianos). A obra anterior será reunida noutros “livros”.

Ganhou vários prémios nacionais e internacionais:

o Versília, pela obra reunida;

o Leopold Senghor, pela carreira;

o Europeu de Poesia, pela tradução italiana do Livro das Quedas (Libro delle Cadute)…

Conselheiro da Associação Mundial de Haiku (Tóquio);

Embaixador Mundial da Paz (Genebra).

Ordem do Infante.

Quatro dos seus livros: Labyrinthus (Prémio da APE), Opus Affettuoso (Prémio do PEN), Na Via do Mestre, Da Frágil Sabedoria.

Amar a Vida Inteira é o terceiro volume do Livro das Quedas que será uma “obra sem fim” e de que o Amar a Vida Inteira constitui livro erótico.

A poesia de amor de Casimiro de Brito é considerada como das mais eróticas da poesia portuguesa.

Citação de João Barrento (que o apresentou na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa) sobre este livro:

«Há nestes cem poemas (ou sequências) uma respiração intranquila, funda, lenta, arfante, as mais das vezes intensa, que marca o ritmo de um longo percurso entre o viver e o escrever. E a certa altura a respiração suspende-se, volta atrás, retoma versos já ouvidos, introduz variações nos temas, nas teclas já tocadas, gerando uma orquestração do eterno retorno do desejo e das suas pequenas mortes sempre repetidas».

A Casa do Mirante, de Marta Neves

:: Dia 23 | Domingo

Auditório

16h30

Apresentação do livro

A Casa do Mirante, de Liliana Anes

Apresenta por José Cândido Martins, professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica (Braga).

Sobre a obra:

Já alguma vez se perguntou, quando passa por uma casa em ruínas, sobre a vida que animou os espaços, os sonhos que percorreram as paredes, os amores e desamores que se cruzaram pelos corredores?

Esta é a história a duas vozes de seis mulheres, das suas lutas, dos seus anseios, das suas tentativas de serem felizes. Seis pessoas, seis personalidades que, dentro dos condicionantes de uma sociedade impiedosa, lutam, cada uma à sua maneira, pela sua libertação.

Entrar n’A Casa do Mirante é mergulhar nos meandros da alma humana e sentir os laços que se atam e desatam ao longo da vida.

Talvez nos sintamos em sintonia com algumas, talvez discordemos de outras, mas de certeza que nos enterneceremos com a sua história. Apesar da distância que se perde no tempo, tanto ontem como hoje, todos ansiamos pelo mesmo: sermos felizes!

Sobre a autora: 

Marta Gomes nasceu em Vila Real há 33 anos e vive em Braga desde 1996, ano em que entrou para a Faculdade de Filosofia da Universidade Católica para estudar Humanidades.

Ama a literatura e o cinema, considera a música a banda sonora da vida, é apaixonada pela dança e não vive sem escrever.