Ciclo “Terceiras Quartas”

Quarta-feira, dia 20
Piano bar, 22h00

Tema: I Love You Maria

Concepção: xassbit

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Diálogos Pre/Feitos

21h30 – Inauguração do projecto: Fibras de Silêncio

Sábado, dia 31    /    Galerias do piso 2 e Cave, 21h30 

Performance musical e poética: Henriques Fernandes e Geert Vermeire (Belgica).

Concepção e apresentação do projecto: Simona Vermeire.

Fibras de silêncio é um projecto interdisciplinar internacional que explora os sentidos artísticos do tema proposto em conexão com o espaço onde se manifesta: O Clube Literário do Porto. Exposição de pintura, desenho, fotografia, instalação e performances tornam-se maneiras autênticas de reunir artistas de três países: Portugal, Bélgica e Roménia. Geert  Vermeire  (poeta),  Stefaan van Biesen (artista visual, musico), Laurentiu Midvichi (pintor), Simona Vermeire (curadora, crítica de literatura e arte),  Henrique Fernandes (músico), João Mota (fotógrafo) vão experimentar o silêncio como fenómeno da “ressonância” e da criação de ‘campos’ como espaços de interacção entre o local e os visitantes.

Através de intervenções artísticas manifestadas em todos os andares do edifício, pretendemos criar uma experiência do espaço cultural Clube Literário e tornar acessível o silêncio, percorrendo as suas fibras que propõem não só vários níveis de compreensão, mas também várias camadas de sensorialidade. Portanto, a experiência não se limita à epiderme do silêncio, mas procura penetrar o corpo até tomar consciência das fibras que o constituem. Criar e procurar as fibras de silêncio é um convite também para percepcionar o espaço como uma criação subtil e delicada da unidade, em vez de um acréscimo de objectos de arte. A linha de demarcação entre o desenho, pintura, fotografia, música, literatura será transformada num espaço mental do silêncio. Todas as manifestações do sensível são fibras que constroem o corpo do nosso ser único. O nosso projecto tem a ambição de procurar esse ser único no silêncio criado na harmonia de um autêntico caminho artístico baseado na empatia das nossas fibras ontológicas.

Ascensor: o homem que vivia num elevador

Domingo, dia 30 / Elevador, 16h00

A escolha da Casa define o Indivíduo.
O Indivíduo define a Casa onde vive.

‘Ascensor – o homem que vivia num elevador’ insere-se num ciclo de performances criadas a pensar na relação próxima e efémera com grupos reduzidos de audiência, pretendendo-se no fundo uma espécie de escultura viva. O encontro imediato do(s) performer(s) com o público num espaço reduzido e o cruzamento da vida de um utente de um espaço público (neste caso, o Clube Literário do Porto) com a vida de outra pessoa (neste caso, o homem do elevador) tem em vista um acontecimento marcante e de certo desconforto por parte de quem observa.

Ascensor: O homem que vivia num elevador

Sábado, dia 29 / Elevador, 21h00

A escolha da Casa define o Indivíduo.
O Indivíduo define a Casa onde vive.

‘Ascensor – o homem que vivia num elevador’ insere-se num ciclo de performances criadas a pensar na relação próxima e efémera com grupos reduzidos de audiência, pretendendo-se no fundo uma espécie de escultura viva. O encontro imediato do(s) performer(s) com o público num espaço reduzido e o cruzamento da vida de um utente de um espaço público (neste caso, o Clube Literário do Porto) com a vida de outra pessoa (neste caso, o homem do elevador) tem em vista um acontecimento marcante e de certo desconforto por parte de quem observa.

Ascensor – O Homem que Vivia no Elevador…

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Mudou-se hoje, de armas e bagagens, para o elevador do CLP, imaginem!!!
“Quem entra uma vez no Clube Literário do Porto nunca mais de lá quer sair”, é o que nos diz xassbit. E, meu dito, meu feito!… Pode visitá-lo quando quiser, pois temos a certeza que ele vai adorar.
Aguarde pelas cenas dos próximos episódios…

Ascensor: O homem que vivia num elevador

Terça-feira, dia 25 / Elevador, 21h00

A escolha da Casa define o Indivíduo.
O Indivíduo define a Casa onde vive.

‘Ascensor – o homem que vivia num elevador’ insere-se num ciclo de performances criadas a pensar na relação próxima e efémera com grupos reduzidos de audiência, pretendendo-se no fundo uma espécie de escultura viva. O encontro imediato do(s) performer(s) com o público num espaço reduzido e o cruzamento da vida de um utente de um espaço público (neste caso, o Clube Literário do Porto) com a vida de outra pessoa (neste caso, o homem do elevador) tem em vista um acontecimento marcante e de certo desconforto por parte de quem observa.