Lançamento: Ranhura de Carlos Vinagre

:: Dia 21| sábado

Piano-bar , 22h00

Escrevo pelas nuvens. A água desaba pela centopeia. Na boca ferve o diospiro. Bate o que estranho. Encontro o diadema sem corpo. Estonteia o coração. O estalo abre o músculo perante a descoloração do mundo. Assim paira o ina-nítido. ( Ranhura, 2011, Carlos Vinagre)

Lançamento: Ranhura de Carlos Vinagre

Apresentação: Joana Espain e Bruno Miguel Resende

seguido de concerto pela Tuna Elétrica da Timpeira: Cristina Cigre (voz), Pedro Vaz de Carvalho (guitarra), Mário Prata (guitarra).

Carlos Vinagre: nasceu em 1988 e reside em Espinho. Até ao momento publicou Moluscos de Mântua ( 2009 ) e Ranhura ( 2011 ). Preside a Associação Cultural Extrapolar e é responsável pelo blogue http://www.acextrapolar.com/blog. Escreve regularmente em http://www.carlosvinagre.blogspot.com .

Tuna Elétrica da Timpeira: é o resultado musical de muitos e bons anos vividos na localidade da Timpeira em Vila Real, numa pequena e velha casa agrícola transformada em clube musical .

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Exposição de Fotografia Paintographic Memories

Um projecto de fotografia urbana. É assim que se define a Exposição Paintographic Memories de Carlos Pereira, patente na Galeria do Clube Literário do Porto, até ao próximo dia 30 de Janeiro.

“…é um exercício de partilha de memórias urbanas voláteis, através da sua evocação e transposição para um suporte físico.

… é a materialização de uma dúvida antiga: como se poderão representar visualmente as imagens vagas de que são construídas as nossas memórias?

… é uma aproximação entre duas formas de expressão artística, que utilizam processos, materiais e técnicas distintas.

… este exercício coloca, por fim, uma outra dúvida, e sugere um novo desafio:

Será possível Pintar com Luz?

Horário:
todos os dias, de segunda a domingo, das 14h30 à 1h

Entrada Livre

Concerto: Fado Violado

 Dia 14 Janeiro |  Sábado

 Piano-bar
22h30
A partir da tradição, viajando pela Península Ibérica, estes músicos transformam e recriam o Fado dando-lhe a densidade e as cores do Flamenco, mas sem nunca quem ouve achar-se longe da branca, mágica, viajante e melancólica Lisboa.
Imagem
FADO VIOLADO
Este grupo surgiu em Sevilla no ano de 2008, quando Ana Pinhal (voz) e Francisco Almeida (guitarra espanhola), à época residindo naquela cidade a fim de aprenderem Flamenco, foram convidados por um par de bailarinos de Tango argentino a montar um pequeno espectáculo onde se pretendia que o Fado fosse bailado à luz dessa arte Argentina. Uma vez que Ana e o Francisco, possuíam no momento um repertório fadista ainda muito restrito, viram-se obrigados a ampliá-lo rapidamente. A linguagem de ambos estava já bastante contaminada pela forma e conteúdos flamencos, portanto no resultado não seria de esperar outra coisa que não a reinterpretação de fados tão bem conhecidos com o ritmo, a energia e a cor flamenca.
Mais tarde vêm a preparar, com a colaboração de uma bailadora de flamenco e um bailarino contemporâneo, um espectáculo intitulado “El Fado, O Flamenco”, espectáculo que pela natureza visceral do baile Flamenco obrigou a nova adequação e ampliação do seu reportório, vindo a contribuir muito positivamente para o êxito do conceito explorado por aqueles músicos.
FORMAÇÃO
Ana Pinhal – Voz
Francisco Almeida – Guitarra Espanhola
David Baltazar – Contrabaixo

Jazz no Clube: Duplo.Duo

Jazz no Clube

6 Janeiro 

23h

Duplo.Duo

Parte da doçura de dois instrumentos alimentados a madeira e cordas… este duo procura construir um lugar no amplo universo sonoro onde diversas matizes se vão desenhando sem limites à vista desarmada… A procura das raízes do som é evidente, sem no entanto castrar a inevitável viagem interior.

“Duplo.Duo

Tendo o Jazz, e tudo aquilo que orbita perto de si como território de trabalho, Duplo.Duo refaz, recompões e cria com a maturidade de quem já não lê, só relê!”

Renato Diz – Piano

Sérgio Tavares – Contrabaixo

Curso de Canto Jazz com Sara Miguel

Destinatários

Público em geral, com ou sem conhecimentos musicais   

Horário

2ª feira – 21h30 às 23h

4ª feira – 21h às 22h30 

 

Duração

 3 meses   

Início das Aulas

 2ª Semana de Janeiro   

Número máximo de alunos por turma

5 Alunos   

 Mensalidade

 25  euros   

 

Inscrições através do email institutodemusica.clp@gmail.com

 

 

Objectivos

  • proporcionar aos alunos um conhecimento sólido de base sobre o canto Jazz: origens e contexto histórico, intérpretes principais, formas e estruturas mais comuns no repertório de  standards;
  • apresentar aos alunos informações basilares sobre técnica vocal no canto e proporcionar-lhes a possibilidade de desenvolverem essa técnica; 
  •   iniciar os alunos no estudo de standards do repertório jazz e de rudimentos do estilo, nomeadamente a nível do estudo da improvisação;
  •  participar nas actividades do CLP quando se justificar, de modo a proporcionar aos alunos experiência efectiva de palco.

 

Repertório

  • maiorirariamente constituído por standards de Jazz retirados da panóplia de Real Books que reúne as partituras dos temas do estilo;
  • minoritariamente constituído por standards de Bossa Nova, considerando que este é um estilo musical proveniente da fusão de influências jazzísticas com influências autóctones brasileiras;
  •  Repertório apoiado por ficheiros áudio de singalong ou acompanhado ao piano nas aulas.


Sara Miguel

Natural de Matosinhos, Sara Miguel começou a estudar piano e formação musical aos 6 anos de idade, no colégio “O Ramalhete”. Continuou os seus estudos musicais na Escola de Música Pedro Fesch, em Leça do Balio, onde estudou canto lírico com o professor João Merino. Estudou também com a soprano Mónica Pais.

A média de 18 valores com que acabou o ensino secundário na Escola Secundária do Padrão da Légua não a levou imediatamente para o Ensino Superior de Música, mas antes para Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, onde estudou Psicologia durante dois anos.

A paixão pela música não tardou a levá-la para a ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo), onde concluiria a Licenciatura em Canto Jazz. Estudou com Sofia Ribeiro, Barbara Francke, Harjo Pasveer, David Linx, Grzegorz Karnas, Connie de Jongh, Sara Serpa…

Apresentou-se ao vivo em vários espaços: FNAC, Câmara de Matosinhos, Café Progresso (Porto), Biblioteca Florbela Espanca (Matosinhos), Casa da Música, o Breyner 85, o Hotfive, o B-Flat, o Auditório José Duarte (EJAN), Biblioteca Municipal de Paços de Ferreira e, mais recentemente, Tribeca Jazz Club.

Participou no coro da ópera “O que diz sim”, de Kurt Weil, dirigida por Cesário Costa e levada à cena na Casa da Música, no âmbito das celebrações da sua abertura, em 2003; e no Euroconcerto da 48ª Sessão Internacional do Parlamento Europeu dos Jovens em Maio de 2005 em Stavanger (Noruega) como representante da delegação de Portugal, interpretando um fado de Amália Rodrigues e um tema de Adriana Calcanhoto.

É professora de Canto Jazz na Escola Jazz ao Norte, na Escola de Música MusiClub e no Clube Literário do Porto.

A professora Sara Miguel tem também elevadas competências sociais: presidiu, durante dois anos, um clube de jovens para a solidariedade social (pertencente à Associação Lions) e foi voluntária numa equipa de intervenção de rua para a minimização de riscos e redução de danos junto dos toxicodependentes – projecto Girugaia. É membro activo da Associação Nacional para o Parlamento Europeu dos Jovens desde 2004 e membro integrante do Núcleo Norte da mesma associação desde 2010.

Recital de Piano: Sara Vilaça

Recital de Piano

Sexta-feira, 30 Dezembro 2011

18h

Sara Vilaça – Piano

Nasceu em 1989, em V.N. de Famalicão. Iniciou os seus estudos de piano, em 2001, no Centro de Cultura Musical, sob a orientação da professora Magda Marques e, a partir de 2006, com o professor José Alexandre Reis, com quem concluiu o Curso Complementar de Piano com a classificação máxima em Piano.

Em Música de Câmara trabalhou com os professores José Ricardo Reis, Bárbara Francke e com Jaime Mota. Realizou master classes com os professores Tsiala Kvernadze, Joel Bello Soares, Constantin Sandu, Giuseppe Massaglia ,Vlad Dimulesco e Jimmy Lim. Em 2003 e 2004 obteve o 1º prémio no Concurso Juvenil de Piano do CCM. Em 2007 obteve o 1º prémio no Concurso CCM 2007 – Instrumento e Canto, e em 2008 obteve novamente o 1º prémio, com diploma de mérito.

Tem-se apresentado com regularidade em recitais a solo e de música de câmara. A sua actividade musical tem sido muito diversificada. Integrou a orquestra ARTAVE onde, como percussionista, trabalhou sob a direcção dos maestros Emílio de César, Ernst Schelle, Jean Béreau, Roberto Pérez e Luís Machado. Participou nas óperas A Bela Adormecida de Otorrino Respighi, O Auto de Coimbra de Manuel Faria, a Lenda das Três Árvores, A Floresta de Eurico Carrapatoso e o Aladino de Nino Rota.

Actualmente frequenta o3º ano da Escola Superior de Música e Artes do Porto com o professor Constantin Sandu. É pianista acompanhadora no Centro de Cultura Musical e Escola Profissional Artística do Vale do Ave.

Exposição Natureza-morta na Europa – Fundação Gulbenkian

Sábado, 7 de Janeiro de 2012

O Clube Literário do Porto está a promover uma visita guiada à Exposição Natureza-morta na Europa na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.

8h – Partida do Clube Literário do Porto

11h30 – Chegada a Lisboa

14h – Início da visita à Exposição

Visita guiada pela Curadora e Crítica de Arte Fátima Lambert

18h – Regresso ao Porto

Preço: 25 euros (viagem de autocarro)

Inscrições até ao dia 2 Janeiro no Clube Literário do Porto.

A Perspectiva das Coisas. A Natureza-morta na Europa
1840 – 1955
Dando continuidade à exposição apresentada em 2010 sobre o tema da natureza-morta na Europa, a segunda parte será dedicada à modernidade do século XIX e às alterações fundamentais ocorridas na primeira metade do século XX.
A renovação do interesse pela natureza-morta por parte dos artistas da vanguarda francesa será documentada através das obras dos Realistas e também da nova linguagem do Impressionismo.
Em exposição estará uma peça-chave deste contexto, a Natureza-Morta de Claude Monet, que faz parte das colecções do Museu Calouste Gulbenkian. A natureza-morta foi, no final do século XIX, tema que interessou de sobremaneira os pintores Pós-Impressionistas como Cézanne, Van Gogh e
Gauguin, que estarão representados através de obras de referência.
A exposição demonstrará como a natureza-morta, enquanto género pictórico, se transformou em veículo de uma experimentação ainda mais radical com Picasso, Braque e Matisse. Poder-se-á entender como permitiu a alguns artistas um olhar reflexivo sobre a sociedade contemporânea, enquanto outros se envolveram nas novas realidades da experiência subjectiva, como é o caso de Magritte e Dalí.
A fragmentação e reinvenção da própria categoria de natureza-morta serão exploradas através da amostragem de peças escultóricas ou de objectos de uso corrente transformados em obras de arte.
Eis a viagem que é proposta através dos vários tempos e geografias da natureza-morta na pintura ocidental, ilustrada com obras maiores dos autores que mais reflectiram sobre este género.
A natureza-morta foi sem dúvida pretexto para as indagações dos pintores e é hoje motivo de fascínio para o público em geral. A exposição será comissariada por Neil Cox, Professor da Universidade de Essex, especialista em arte francesa do século XX, com tese de doutoramento sobre Picasso e uma vasta obra publicada bibliografia.
Comissário: Neil Cox.
FÁTIMA LAMBERT
Licenciatura em Filosofia (1982); mestrado em Filosofia – A Estética Pessoana no Modernismo Português (1986); doutoramento em Estética – Fundamentos filosóficos da Estética em Almada Negreiros (1998) Fac. Filosofia Braga, U. C. P. Investigadora do Projecto “Writing and Seeing”, Fundação Ciência e
Tecnologia (F.C.T).Professora Coordenadora em Estética e Educação desde 2000 – Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico do Porto Coordenadora da “Comissão para o Ensino Artístico” – Ministério da Educação (1996/1997). Curadorias (selecção): “Porto 60/70: os Artistas e a Cidade”, Museu de Serralves – Porto 2001 Capital da Cultura “+ de 20 grupos e episódios no Porto do séc. XX”, Galeria Municipal/Palácio de Cristal – Porto 2001 Capital da Cultura Olhares e Escritas na Arte portuguesa desde 1960, Porto, Galeria Municipal, 2003 Entre a Palavra e a Imagem (Fundación Luís Seoane – A Corunha/SP/2006; Museu da Cidade de Lisboa/Portugal e Centro Cultural Vila Flor – 2007) Curadora de Portugal – Salon Européen de Jeunes Créateurs (Org. Montrouge) – 2002/ 2007 Do séc. XVII ao séc. XXI: além tempo, dentro do Museu – Porto, Museu N. Soares dos Reis, Out. 2009/Jan. 2010.

Autora de: Escultura Portuguesa no séc. XX (1996); Pintura Portuguesa Contemporânea (2005); Cruz-Filipe; Pedro Casqueiro; Manuel Casimiro (Ed. Caminho, Lisboa, 2006); Writing and Seeing – Essays on Word and Image (Org.), Editora Rodopi, Amsterdam – Holanda, 2006; Olhares e Escritas, Porto, Flup, 2007; Entre a Palavra e a Imagem (Org.), Editora Dardo, Santiago de Compostela, 2007

Concerto MPMP: Luiz Costa

:: Dia 21 | quarta-feira

Piano-bar

21h30

Concerto

Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa

Luiz Costa

Sonatina para Flauta e Piano

Sonata para Violoncelo e Piano

Catarina Atalaya – Flauta

Nuno Cardoso – Violoncelo

Duarte Pereira Martins – Piano

Luiz Costa

Luiz (António Ferreira da) Costa nasceu em São Pedro de Fralães, Barcelos, a 25 de Setembro de 1879 e morreu no Porto a 7 de Janeiro de 1960.

Estudou com Bernardo Valentim Moreira de Sá, tendo prosseguido estudos na Alemanha com Vianna da Motta, Stavenhagen, Ansorge e Busoni. Paralelamente à sua carreira como pianista solista, trabalhou com artistas como os violoncelistas Casals, Hekking e Suggia, com os violinistas Enesco e Aránye e com os quartetos Rosé e Chaumont.

Ensinou no Conservatório de Música do Porto de que também foi director. Foi professor de rara distinção, graças à sua vasta cultura e profucndo conheciento musical. Ensinou e influenciou gerações de pianistas, tanto em termos estéticos como de ética profissional.

Como director artístico do Orpheon Portuense teve uma acção notável. Alguns dos mais conhecidos artistas do seu tempo visitaram e tocaram no Porto a seu convite. Foi nomeadamente responsável pela visita de Ravel ao Porto em 1928.

A sua principal fonte de inspiração foi a natureza, como é visível nos títulos e atmosferas das suas obras para piano. Foi amigo e aluno de Moreira de Sá, um enciclopedista e violinista de música de câmara, que lhe transmitiu o gosto pela música de conjunto, bem patente na sua vida profissional de pianista e nas suas obras enquanto compositor.

Era um homem culto, amigo de pintores, escultores, poetas e escritores. Deixava-se cativar pela magia da poesia, de que nasceram obras para piano e canto. Tem um discurso musical suave e sem movimentos bruscos. Apesar da intimidade do lirismo e da poesia serena da sua música, esta não deixa de ter esplendor, arrojo e drama em diversas ocasiões.

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Maria Teresa Macedo, 1995

Trio Densité – Vencedor do Concurso de Música CLP

 Dia 16 Dezembro |  Sexta-feira
 Piano-bar
22h00
O “Trio Densité” formou-se em Setembro de 2010 com a intenção de unir a sua amizade à musicalidade, formando assim um grupo de música de câmara.
Sob a orientação da professora Ana Raquel Lima na ESMAE (Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Porto), obteve o 3º Prémio na categoria Júnior do II Concurso Internacional de Música de Câmara de Alcobaça em Abril de 2011, uma Menção Honrosa no III Concurso de Música de Câmara da ESMAE em Maio de 2011 e o 2º Lugar no Prémio Jovens Músicos (nível superior), em Setembro de 2011.
Recentemente teve aulas com Nuno Pinto, Daniel Moreira, Ana Seara e Constantin Sandu. Participou em concerto no I Festival de Flauta Transversal “Flautamente” e na Jornada da Sociedade Portuguesa de Acústica realizada na ESMAE em 2011.
Tocam repertório maioritariamente francês e denso, tal como a amizade que os une e o vigor do trabalho que têm em objectivo. Um trio que promete não ficar por aqui!
Imagem
Constituição do grupo:
Mafalda Carvalho – Flauta Transversal
Samuel Marques – Clarinete
Laura Felício – Piano

Promoção Especial: Magnetismo Terrestre

(…) O título desta colectânea de poemas repassados de saudades de um tempo e de um lugar (que afinal é um universo) é a transposição alegórica de uma temática científica da área da Física, o que não surpreende porque a autora, docente de Física e  Química pode, com a maior naturalidade, emoldurar o seu estro em referentes científicos ainda que metafóricos, como é o caso presente e foi também o caso das obras anteriores Reflexões e Interferências (…)

Professor Doutor Ferreira da Silva, no prefácio

PROMOÇÃO ESPECIAL

Magnestismo Terrestre de Regina Gouveia

Antes: 12 euros

Agora: 8 euros

O Corredor Interior em promoção especial

PROMOÇÃO ESPECIAL

O Corredor Interior de Daniel Maia-Pinto Rodrigues

Antes: 18,50 euros

Agora: 12 euros

Mário Cláudio coloca o romance O Corredor Interior, de Daniel Maia-Pinto Rodrigues, como um dos 5 melhores livros (de todos os géneros literários) editados em Portugal, em 2006.

Único romance do autor, incorpora vários elementos do seu imaginário poético. Enveredando ostensivamente pelo domínio do fantástico, a obra apresenta, na concepção das personagens, dos espaços e da intriga, uma estrutura simbólica e faz apelo a uma compreensão metafísica da realidade.

Vulgar Maníaco

::  Dia 17 sábado

23h00

Jazz no Clube

Vulgar Maníaco

Fábio Almeida (saxofones)

Ricardo Pinto (piano)

Sérgio Tavares (contrabaixo)

Alexandre Coelho (bateria)

Vulgar Maníaco explora as composições originais dos seus membros em fluxos dinâmicos de energia e acima de tudo genuinidade musical. Com um som principalmente acústico (por vezes incluindo instrumentos/sons electrónicos), este grupo procura o equilíbrio entre o rigor da forma e a liberdade da improvisação.

Fábio Almeida nasce em Outubro de 1985 em Noisy-Le-Grand nos arredores de Paris, regressa Portugal com 4 anos e passa a sua infância em Vila Real. Com 10 anos começa a estudar saxofone na academia de musica local onde conclui o 5º grau do conservatório em saxofone erudito, durante esse período participou activamente na sociedade filarmónica local, em orquestras de sopros e audições a solo ou em pequenas formações. Com 17 anos ingressa no curso de Design de Comunicação (Artes Gráficas) na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e prossegue os seus estudos musicais em paralelo no Conservatório de Gaia, na classe de saxofone do Professor Hugo Teixeira. Conclui o ensino superior em 2007, imediatamente a seguir ingressa no Mestrado em Design da Imagem na FBAUP orientado pelo Professor Doutor Heitor Alvelos, concluindo-o em 2008, no mesmo ano em que termina os seus estudos no Conservatório de Musica de Gaia, finalizando a disciplina de saxofone com nota máxima. Durante esse período frequentou masterclass com reconhecidos instrumentistas mundiais como: Henk van Twillert, António Filipe Belijar, Mário Marzi, entre outros. Participou activamente como solista em orquestras de sopros, bandas filarmónicas, Orquestra Sinfónica de Gaia e diversas formações locais que abordavam estilos desde a música erudita até Jazz, Fusão ou Pop, provando ser um músico versátil. Instruiu também MasterClass de saxofone em alguns pólos filarmónicos e academias locais. Em 2009, encorajado a prosseguir os seus estudos musicais concorre e ingressa na Escola Superior de Música do Porto (ESMAE) na vertente saxofone Jazz, na classe dos professores Mário Santos e Zé Pedro Coelho, encontrando-se presentemente a frequentar o 3º ano do curso, estudando com professores tais como; Nuno Ferreira, Carlos Azevedo, Paulo Perfeito, Michael Lauren, Pedro Guedes, entre outros. Como membro da ESMAE Big Band, tocou no Festival Internacional de Jazz de Guimarães em 2009 e 2010, na Big Band dirigida por George Colligan e The Story respectivamente. Aí pode participar em workshops com George Colligan, Michael Blake, Jaleel Shaw, E.J Strickland, Josh Ginsburg, Samir Zarif, Lars Dietrich, John Escreet, Zack Lober e Greg Ritchie. No âmbito académico da ESMAE frequentou Marterclass de improvisação orientadas por Jacob Sacks, Ohad Talmor, Matt Pavolka, Dan Weiss, Carlos Barreto, Chris Lightcap, Tony Malaby, Andrew Bishop, Gary Versace, Gerald Cleaver e Gary Smulyan.

http://www.myspace.com/fabiodealmeidamusic

Ricardo Pinto é um pianista/compositor do Porto, nascido a 1990. Estuda Jazz na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo. Estudou com Alexandrina Pinto, Adam Birnbaum, Adam Cruz, Ben Street, Carlos Azevedo, Carlos Barretto, Dan Weiss, Daniel Moreira, Danilo Perez, Diogo Vida, Elísa Moutinho, Fernando Lima, Filipe Lopes, Filipe Pinto, Greg Osby, Greg Ritchie, Jacob Sacks, Jan Wierzba, Joana Castro, João Dias, João Salcedo, John Davis, John Escreet, Jorge Rossy, Joseph Lepore, Lars Dietrich, Luís Dias, Manuel Marques, Maria João Castro, Mário Azevedo, Mário Santos, Matt Pavolka, Michael Lauren, Nir Felder, Nuno Ferreira, Octávio Inácio, Ohad Talmor, Óscar Graça, Paulo Perfeito, Pedro Guedes, Rogério Boccato, Rudresh Mahanthappa, Samir Zarif, Samuel Quinto, Sara Serpa, Serghei Covalenco, Sérgio Silva, Vanessa Meireles, Vani Campos, Zack Lober, entre outros. Ricardo trabalhou também como músico/compositor e/ou produtor/designer com Alexandre Coelho, André Areias, Daniel Fentanes, Diana Martinez, Dinis Oliveira, Diogo Dinis, “Dizzy Habits”, “El Coyote”, “Enzímico”, Fábio Almeida, Filipe Monteiro, Guilherme Magalhães, Javier Comaño, João Paulo Rosado, Jonas Anjo, Mariana Vergueiro, Michael Lauren, Nuno Oliveira, Nuno Trocado, Pedro Alves, Pedro Silva, “Purple Blues Trio”, Ricardo Formoso, “Rôxo”, Sérgio Tavares, Slawek Koryzno, Sónia Baptista (Sky), Tiago Cruz, “Tinverck”, entre outros. Desde 2006, Ricardo Pinto integra a equipa do ENSEMBLE – SOCIEDADE DE ACTORES como músico, compositor, produtor e designer. Actualmente ensina Piano Clássico e Jazz na Maiorff (Maia) e no Instituto de Música Clube Literário do Porto.

http://www.myspace.com/mighselph

Sérgio Tavares Nascido a 28 de Janeiro de 1975 no Porto. Iniciou a sua prática musical como autodidata. Ingressou na Fundação Conservatório Regional de Gaia em 1998, estudando guitarra. Licenciou-se em Educação Musical em 2000 no Instituto Piaget. Em 2001 iniciou o estudo de contrabaixo com o professor Slawomir Marzec na Fundação Conservatório Regional de Gaia. Frequentou e participou em workshops e masterclasses com alguns dos mais importantes músicos de Jazz nacionais e internacionais, tais como: Carlos Bica, Carlos Barretto, Martin Wind, Orrin Evans, Darryl Hall, Hein van de Geyn (INTERNATIONAL CAPBRETON DOUBLE BASS FESTIVAL), Omer Avital, Bojan Z, Remi Vignolo, Ron Carter, Eddie Gomez, etc. Em 2009 compôs a banda sonora do filme “memórias de um lugar” de Dária Salgado e que participou no concurso do 17o Festival de Curtas Metragens de Vila do Conde. Em 2010 participou como músico e compositor no Combo vencedor no Festival de Jazz do S. Luiz (Lisboa). Vencedor do concurso de projectos artísticos – Serralves em Festa! 2010 integrando o Colectivo Liken com o trabalho – Poema Visual em Forma de Concerto a Partir do Conto “O Fascínio do Pequeno Lago” de Virginia Woolf. Concluiu Licenciatura em Jazz/Variante de Contrabaixo da ESMAE – Porto 2011. Tem participado em diversas formações de Jazz, música improvisada (ARS Trio; DUPLO.DUO; COLECTIVO LIKEN; Paulo Gomes Quinteto, etc) e sonorizado curtas metragens.

http://www.myspace.com/sergioseravat

Alexandre Coelho Nasceu em Barcelos em 1979. Frequentou a Academia de Música de Barcelos onde estudou piano e concluiu a Licenciatura em bateria, de Jazz, da ESMAE, no Porto. Estudou com Acácio Salero e Michael Lauren. Participou em workshops orientados por E. J. Strickland, Dan Weiss, John Davies, Donald Edward, Dave Liebman, Jaleel Shaw, Michael Blake, Orrin Evans, George Cooligan, James Carter, Eric Friedlander e Marilyn Crispell. Em 2010, em representação da ESMAE, na 8a Festa do Jazz do São Luís, integra a banda vencedora do concurso das Escolas Superiores, assim como é distinguido com uma Menção Honrosa.

Lançamento do livro “o Jogo da Glória” de Rui Branco

17 de Dezembro – Sábado

17h00

Lançamento do livro “o Jogo da Glória” de Rui Branco

Deus não brinca em serviço. Ou será que brinca?
Cinco crianças nascem no mesmo dia, em pontos distantes do planeta Terra. Crescem e transformam-se em fanáticos religiosos. Nas imprevisíveis andanças da vida, acabarão por se encontrar em situações de conflito. Um caprichoso destino dita as suas mortes também no mesmo dia, 50 anos depois.

“Entrelinhas m’entrego” de Isabel Reis

:: Dia  16 sexta-feira 

Auditório

21h30

Apresentação do livro de poesia “Entrelinhas m’entrego” de Isabel Reis 

Maria Isabel de Araújo Reis, nasceu na bela cidade do Porto a 20 de Fevereiro de 1980, tendo vivido a maior parte da sua infância e adolescência em Matosinhos. Sendo a mais velha de 4, cedo desenvolveu o instinto maternal, por isso mesmo o seu filho Gabriel seja o grande amor da sua vida. A ele precede-se o amor pela escrita, por isso diga que escreve desde que se lembra de ser gente. Sempre devorou todos os livros ao seu alcance e escrevinhava em qualquer pedaço de papel, em qualquer hora… em qualquer lugar.  Escrever foi, como continua a ser o seu escape, a sua forma de “esvaziar” tudo que lhe vai na alma… na cabeça… no coração.

Nos livros que já tem publicados fala de amor e tudo que lhe está inerente sob a forma de poesia… diz-se uma romântica incurável e que acreditar no amor é a única forma que conhece de viver a vida.  Neste livro, Entrelinhas m’Entrego, como o próprio titulo diz, entrega-se… mais uma vez deposita pedaços de si, da sua vida e da sua alma em páginas de um livro… guarda-os como se guardam as almas nas fotografias, num momento chamado sempre e por isso… eterniza momentos e partilha-os… Partilha-os com todos aqueles que também amam, com todos aqueles que sorriem, sofrem… lutam e acreditam… mas também com aqueles que não acreditam… justamente por isso, para que acreditem, porque vale a pena acreditar no amor, vale a pena acreditar na vida. Porque hoje corre mal, mas amanhã nunca se sabe… amanhã pode correr bem e por isso há que nunca desistir… continuar sempre… Porque… VALE A PENA ACREDITAR EM NÓS.