1º CICLO DE LEITURAS FILOSÓFICAS – “ÉTICA” de Espinosa

Por quê escolher Espinosa para primeiro autor do Ciclo de Leituras Filosóficas? Não seria mais avisado começar “canonicamente” pelo início da tradição filosófica ocidental, talvez Platão, Aristóteles ou mesmo os pré-socráticos? Ou, quando muito, começar pelo início da tradição racionalista em que Espinosa se insere, Descartes?

Começar com Espinosa é, a nosso ver, começar com todos eles. A “Ética” é uma daquelas obras únicas que sintetiza toda uma tradição filosófica atrás de si. Mais que um livro de “bons costumes”, como o seu título pode deixar adivinhar, a “Ética” é um verdadeiro tratado de ontologia que pretende reposicionar o Ser Humano num plano maior e, inclusive, reposicionar Deus num plano maior. A re-leitura que Espinosa faz de conceitos antigos (como Substância e Causa de Si), escolásticos (como Deus e Eternidade) e modernos (Liberdade, Espírito-Corpo) e a forma como os problematiza para retirar deles as implicações necessárias até aí escondidas torna a “Ética” um manual de como fazer filosofia, um pensamento que se quer ao mesmo tempo corajoso, crítico, criativo e radical. 

Percorrer com Espinosa as definições, axiomas e proposições da “Ética”, deixando-nos levar pelo seu método geométrico é, em si mesmo, um exercício de confiança nas capacidades de um mestre do pensamento, o “príncipe dos filósofos” como foi  considerado. Mesmo que não aceitemos, ou até nos repudiem, as premissas de que parte ou as conclusões a que chega, não podemos deixar de admirar a forma elegante e aparentemente necessária como nos conduz, em passos seguros mas sempre surpreendentes, do acidental ao essencial, da duração ao eterno, do ponto de vista do Eu ao ponto de vista do Universo. A nosso ver é este o caminho que deve percorrer o filósofo e a filosofia e é por isso mesmo que escolhemos começar este 1º Ciclo de Leituras Filosóficas com esta obra inspiradora. 

Estes Ciclos de Leituras Filosóficas não são aulas ou conferências sobre autores e obras onde se oferecem interpretações mais ou menos aceites das suas ideias e teses. O desafio que lançamos àqueles que queiram mergulhar connosco nesta aventura pela história das ideias é o de se esforçarem por compreender por si mesmos algumas das ideias presentes na obra estudada e que, em diálogo com os outros participantes, contribuam com as suas próprias vivências, interpretações e ideias para novas e refrescantes leituras dos Grandes Filósofos mortos. Só assim a filosofia, ao contrário daqueles, não morre.

 

“Guilhermina Suggia e Pablo Casals” – conversa com Madalena Sá e Costa e Maestro Ferreiro Lobo

 :: Dia 24 | sábado

piano-bar, 21h30

Palestra  

Guilhermina Suggia e Pablo Casals:
história de uma relação artística e de amizade ao longo de três gerações”.
pela Violoncelista Madalena Sá e Costa em conversa com o Maestro Ferreira Lobo
Momento musical
Religioso de Golterman para quatro violoncelos
violoncelistas Madalena Sá e Costa,  Valter Mateus, Fernando Costa e Cíntia França

Valter Mateus

Completou na classe da Prof.ª Madalena Sá e Costa, o curso complementar de violoncelo.Concluiu com distinção a Licenciatura em Violoncelo da ESMAE, na classe do Prof. Jed Barahal, tendo-lhe sido atribuído o prémio da Fundação Eng.º António de Almeida.Obteve o grau de Mestre pela Universidade de Aveiro. Estudou regularmente com o violoncelista Lluís Claret. Realizou concertos por todo o País, assim como em Roma, Milão, Florença, Heidelberg, Barcelona e Zamora, tanto a solo como integrado em variadas formações de câmara.Colaborou por diversas vezes com o Grupo de Música Vocal Contemporânea na realização de diversas obras, entre as quais algumas estreias nacionais tais como: Passio de Arvo Pärt sob orientação do próprio autor, e Sonnengesang de Sofia Gubaidulina.Desenvolve também uma actividade como cantor, tendo estudado com o Prof. António Salgado e com a Prof.ª Fernanda Correia. Apresenta-se frequentemente como solista, tanto no âmbito da Oratória como da Ópera.Presentemente frequenta a Licenciatura em Canto Teatral do Conservatório Superior de Música de Gaia, na classe da Prof.ª Fernanda Correia, onde tem a oportunidade de trabalhar regularmente com a Profª Enza Ferrari.

Integra o corpo docente da Fundação Conservatório Regional de Gaia, onde lecciona a disciplina de violoncelo e desempenha as funções de director pedagógico.

Fernando Costa

Fernando Costa, natural de V.N. Gaia, nasceu em 1991. Iniciou os seus estudos de Violoncelo em 1998 com o Professor Valter Mateus, no Conservatório Regional de Gaia, tendo no 1º grau a professora Isabel Delerue. Mais tarde, retomou os estudos com o Professor Valter Mateus.

Conclui o curso complementar de violoncelo com nota máxima, no ano lectivo de 08/09. Actualmente frequenta o 3º ano de Licenciatura na ESMAE na classe de Violoncelo de Jed Barahal.

Em 2010 foi distinguido do Conservatório Regional de Gaia (2004); 1º Prémio no 13º Concurso Santa Cecília (2011); 1º Prémio no Prémio Jovens Músicos 2011, Categoria Violoncelo, Nível Superior; Menção honrosa no Prémio Jovens Músicos 2009, Categoria de Violoncelo, Nível Médio. Foi laureado com o 3º com bolsa de mérito do Instituto Politécnico do Porto.

Trabalhou com professores como José Augusto Pereira de Sousa, Paulo Gaio Lima, Dimitri Ferschtman, Romain Garioud, Márcio Carneiro, Anne Gastinel, Natalia Gutman,  Pavel Gomziakov, Filipe Quaresma, Lluis Claret, António Meneses, entre outros. 
Obteve o 1º Prémio no Concurso Interno de Cordas, Prémio do Prémio Jovens Músicos 2007, Categoria de Música de Câmara Nível Médio e Recebeu Menção Honrosa no “I Concurso de Composição Musical, Gaia 2008”.

Apresentou-se como solista acompanhado pela Orquestra Gulbenkian, Filarmonia de Gaia e Orquestra Clássica do e co-arranjador na Orquestra Juvenil de Gaia e Orquestra Metropolitana  (projectos de inclusão) e Orquestra de Câmara de Gaia.
Trabalhou sobre a direcção de vários maestros como Rui Massena, Pedro Neves, André Lousada, António Saiote, Nayden Todorov, Florin Totan, Pieralberto Conservatório de Gaia.
Integrou a Orquestra Filarmonia de Gaia, Orquestra Clássica do Conservatório Regional de Gaia e Orquestra Sinfonieta da Esmae.

Em 2007, trabalhou em estágio numa orquestra de jovens pertencentes à União Europeia, BISYOC. Participa, também, como músico Coelho, entre outros. Cattaneo, German Cáceres, Harry Lyth, Eduardo Rahn, Julian Gibbons, Berislav Skenderovic, entre outros. Trabalhou em música de câmara com os professores Valter Mateus, Pilar Andrino, Dario Golcic, DimitrisAndrikopoulos, Marta Eufrázio, Ryszard Woycicki, Miguel Borges Coelho, entre outros.

Cíntia França

Nasceu a 31 de Julho de 1990. Iniciou os estudos musicais aos 6 anos na Academia de Música de Espinho, aos 7 anos iniciou os estudos de Violoncelo na classe da professora Gisela Neves.

Em 2003 foi Bolseira da Academia de Música de Espinho.

Em 2004 fez um Curso de Aperfeiçoamento Musical de Violoncelo orientado pelo  Professor Paulo Gaio Lima realizado na escola de Música de Fornos.

Em 2005 ganhou o 1º Prémio na Categoria B do Concurso Interno (Violoncelo) da Academia de Música de Espinho. Frequentou um Seminário de Violoncelo como executante orientado pelo professor Paulo Gaio Lima organizado pela Academia de  Música de Espinho e frequentou os Cursos de Música Luiz Costa em Fralães na  classe de Violoncelo sob a orientação do Professor Jed Barahal.

Em 2006 e 2007 frequentou Seminários de Violoncelo como executante orientados pelo professor Paulo Gaio Lima organizados pela Academia de Música de Espinho.

Em 2007 obteve o 1°prémio nos Prémios de Mérito da Academia de Música de Espinho. Participou em 2007 num recital na Escola de Música Óscar da Silva em Matosinhos.

Em 2008, participou na Master Class de Violoncelo orientada pelo violoncelista  Romain Garioud inserida no Festival Internacional de Música de Espinho e frequentou os Cursos de Música Luiz Costa em Fralães na classe de Violoncelo sob a orientação do Professor Paulo Gaio Lima.

Em 2009 obteve o 1º prémio na categoria A (Violoncelo) no Concurso Interno de Instrumentos de Arco. Participou no Ensemble de Violoncelos pelas Academias de Música de Espinho e Paços de Brandão.

Realizou um estágio como violoncelista na orquestra da Escola Profissional de Música de Espinho sob a orientação do Maestro Cesário Costa e posteriormente um outro estágio com a Orquestra Clássica de Espinho sob a direcção do Maestro Pedro Neves.

Participou em diversas actividades da Casa da Música entre as quais a “Ópera Brundibar”, “Coro de Natal” com o Remix Orquestra e a “Ópera The Golden Vanity”. Fez o exame de 8º grau em Julho de 2009 com 19 valores.


Clube Erudito: Violino, Violoncelo e Piano

Clube Erudito: Violino, Violoncelo e Piano

Concerto

26 Fevereiro – Domingo

21h30 no piano-bar

TRIO THALIA

Helena Rocha – Piano (Lisboa)

Sunita Mamtani – Violoncelo (Algarve)

Uta Kerner – Violino (Sevilha)

* PROGRAMA *

LUDWIG v. BEETHOVEN (1770-1827)

Trio op.11 em Sib M

 – Allegro con brio

– Adagio

– Tema:”Pria ch´io l´impegno

– Allegretto con variazioni

LUIZ COSTA (1879-1960)

Trio em dó m

– Allegro com fuoco

– Adagio

– Scherzo

– Allegro assai

*****

ANTONIN DVORÁK (1841-1904)

Trio Dumky op.90 em mi m

– Lento maestoso

– Poco Adagio

– Andante

– Andante moderato (quasi tempo di marcha)

– Allegro

– Lento maestoso

UTA KERNER 

Nasceu em Neuss, na Alemanha em 1974. Iniciou os seus estudos musicais ao violino aos cinco anos de idade. Fez parte da Orquestra Juvenil de Renânia-Vestefália do Norte e distinguiu-se diversas vezes no concurso “Jugend musiziert”.

Em 1996 iniciou os seus estudos na Academia de Música de Düsseldorf, com Prof. Rosa Fain. Entre 1999 e 2001 tocou na Orquestra Sinfónica de Düsseldorf.

Após a sua licenciatura prosseguiu os seus estudos em Munique, na classe de mestres orientado por Prof.Guntner. É cofundadora do Trio Suc. Este Trio ganhou o segundo prémio no 1. Concurso de Música de Câmara Theodor-Rogler.

Em 2004, Uta Kerner interpretou o Concerto Triplo de Beethoven, com a Orquestra do Conservatório de Munique e fez parte de “Life Music Now”, fundado por Lord Y. Menuhin. Entre 2004 e 2007 tocou com a orquestra da Radiodifusão de Munique, a Orquestra de Gärtnerplatztheater Munique e focou-se em música de câmara.

Desde 2007 faz parte da Orquestra Sinfónica de Sevilha.

– SUNITA MAMTANI –

A violoncelista Sunita Mamtani iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos. Prosseguiu os estudos no Conservatório Superior Richard Strauss de Munique e continuou os estudos na Escola Superior de Música e teatro de Munique na classe do Prof.Ginzel. Aí, fez o Diploma artístico e o Mestrado nas disciplinas de Violoncelo e Música de Câmara.

Participou em projetos e masterclasses de Janos Starker, Menahem Pressler (Beaux Art Trio),”Deutsches Trio Streichtrio”H.Rilling, Ch.Poppen e outros docentes. Tocou com diversas orquestras na Alemanha, Espanha e com a Orquestra Ensemble Kanazawa, no Japão.

Com o trio de piano “Trio Suc”tem gravado em direto para Deutschland Radio”, BR 4 Klassik e a televisão realizou vários concertos e ganhou a competição de Música de Câmara “Theodor Rogler” em 2003.

Com o seu trio das cordas, o Lenbach Trio”, e como solista, foi admitida na organização de Yehudi Menuhin “Live Music Now. Sunita Mamtani tocou e toca concertos na Alemanha, Áustria, Croácia, Japão, Espanha e Portugal.

Atualmente é docente de violoncelo na Academia de Música de Lagos.

– HELENA ROCHA –

De origem portuguesa recebeu a sua formação pianística na classe da Prof. Helena de Sá e Costa no Conservatório de música do Porto, onde terminou o Curso Superior de piano, obtendo o Prémio Calouste Gulbenkian.

Frequentou vários Cursos internacionais na Suiça, Áustria, Itália, França e Portugal nas classes de N.Boulanger, S.Vegh, Y.Léfèbure, Y.Bernette, K.Engel e H.Leygraff.

Após ter terminado os seus estudos em Portugal com distinção, usufruiu de uma bolsa de estudo do Governo alemão (Deutscher Akademischer Austauschdienst) na classe de virtuosidade do Prof. Conrad Hansen na Staatliche Hochschule für Musik und Darstellende Kunst”na cidade de Hamburgo, onde fez o seu Staatskonzertexamen com a melhor nota.

Desde 1978 tem vindo a leccionar nesta mesma escola, onde lhe foi conferido pelo Senado da cidade livre e hanseática de Hamburgo, desde 1995,o título académico de Professora catedrática.

Helena Rocha enveredou por uma carreira internacional de concertos além das fronteiras, como é o exemplo da Ásia onde encontrou um público maravilhado pela sua arte.

Tem sido solista de Orquestras de renome sob a regência de M.Husmann, E.van Remoortel, K.Malke, P.Peterson, H.Beck, N.Beethke. Na área de música de Câmara é uma parceira experiente e flexível.

As diversas gravações radiofónicas e em CDs são um testemunho da sua versatilidades e talento.

Exposição de Fotografia “O Prazer de Fotografar” de Eduardo Teixeira Pinto

Eduardo da Costa Teixeira Pinto nasceu em Amarante, em 1933 e começou a tirar as suas primeiras fotografias profissionais em 1950, tornando-se expositor desde 1953 em vários salões de fotografia nos cinco continentes.

Foi membro activo de diversas comunidades de fotógrafos, nomeadamente «Associação Fotográfica do Porto», «Grupo Câmara» (Coimbra) e «Associação Fotográfica do Sul» (Évora). A sua vasta obra, dotada de um olhar poético sobre a realidade, fizeram de si um dos melhores e mais galardoados fotógrafos portugueses do século XX com fotografias que abordam diversos temas, com destaque para a Natureza e a figura humana, que tão bem soube conciliar.

Com fotografias como «Rodopio», «Igreja de S. Gonçalo», «De Regresso»,   «Tema de Pintores», «Matinal» e «Quietude», entre outras, obteve inúmeros prémios em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente o Grande Prémio de Camões (1960), na época, uma das mais altas distinções a nível nacional.

Falecido em Janeiro de 2009, Eduardo Teixeira Pinto, deixou um espólio fotográfico de valor incalculável sendo vontade da família promover a  sua divulgação com a referida exposição.

Inserido nesse propósito foi publicado um livro, em Dezembro de 2010, Eduardo Teixeira Pinto – a poética da imagem, numa edição com o patrocínio total da empresa Mota Engil, com cerca 230 fotografias de Eduardo Teixeira Pinto agrupadas por temáticas: O Rio, A Nossa Terra, A Nossa Gente, as Festas e Outros Olhares.  O trabalho de Eduardo Teixeira Pinto está patente no Museu -Amadeo de Souza-Cardoso – Amarante, com uma exposição permanente no primeiro piso daquele equipamento cultural.

A exposição itinerante consta de uma selecção de 38 fotografias, premiadas a nível nacional e internacional, de um espolio, já patentes em diversos locais desde a Biblioteca Municipal Albano Sardoeira (Em homenagem promovida pela Câmara Municipal de Amarante), no Porto, na UNICEPE, na Biblioteca Municipal de Penafiel, na Biblioteca Municipal de Lousada,  na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, na Associação Nacional de Fotógrafos Profissionais nas Caldas da Rainha, com homenagem póstuma, na Câmara Municipal de Paredes, Biblioteca Municipal de Valongo, Biblioteca Municipal da Maia, Biblioteca Municipal de Sto Tirso, Biblioteca Municipal de Espinho, Biblioteca Municipal Famalicão, Biblioteca Municipal de Gondomar, Museu D. Diogo de Sousa, Biblioteca de Matosinhos (Integrada na Festa da Poesia), Biblioteca Municipal de Valença, Biblioteca Municipal de Vila Verde e Biblioteca Municipal de Barcelos Biblioteca Municipal  de Barcelos, Biblioteca Municipal de Celorico de Basto, Casa da Cultura da Trofa, Biblioteca Municipal Cascais, Turismo da Povoa de Varzim, Biblioteca Municipal de Ovar, Centro Cultural da Nazaré, Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE) e Biblioteca Municipal de Ponte de Lima estando, entretanto, já agendadas várias exposições para os próximos meses.

Concerto: Piano e Saxofone

:: Dia 3 | sexta -feira

Piano bar, 2 2h30

Concerto

Isabel Anjo, saxofone

Ana Maria Teixeira, piano

Isabel Anjo iniciou os seus estudos musicais com o seu pai Jorge Anjo.
Estudou no Conservatório de Música do Porto na classe do professor Francisco Ferreira. Licenciou-se em Saxofone pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, na classe do Professor Henk van Twillert.
É Pós-Graduada em Ciências da Educação/Políticas Educativas na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.
É membro da Banda Sinfónica Portuguesa desde a sua fundação.
É professora de saxofone no Conservatório de Música do Porto, Academia de Música de Santa Maria da Feira, Academia de Música de Paços de Brandão e Fórum Cultural de Gulpilhares.

Ana Maria Ferreira Teixeira
Oriunda de família com tradições musicais, iniciou os seus estudos de piano com a professora Marília Rocha. Mais tarde ingressou no Conservatório de Música do Porto onde concluiu o Curso Complementar de Piano na classe da professora Isabel Rocha
Seguidamente aperfeiçoou os seus estudos musicais com a pianísta Helena Sá eCosta, com quem estudou particularmente.
Mais tarde ingressou na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, onde completou Curso Superior de Piano na classe da professora Madalena Soveral.
Actualmente exerce funções docentes e na Escola de Musica de Perosinho e Academia de Música de Santa Maria da Feira.

Lançamento Ranhura de Carlos Vinagre

:: Dia 21|  sábado

 
Piano-bar , 22h00 
 

Escrevo pelas nuvens. A água desaba pela centopeia. Na boca ferve o diospiro. Bate o que  estranho. Encontro o diadema sem corpo. Estonteia o coração. O estalo abre o músculo perante a descoloração do mundo.

Assim paira o ina-nítido. 

(Ranhura, 2011, Carlos Vinagre) 

Imagem 

Lançamento 

Ranhura de Carlos Vinagre

 

Apresentação

Joana Espain e Bruno Miguel Resende 

 

seguido de concerto pela Tuna  Elétrica da Timpeira:

Cristina Cigre (voz), Pedro Vaz de  Carvalho (guitarra), Mário Prata (guitarra).

Carlos Vinagre: nasceu em 1988 e reside em Espinho. Até ao momento publicou Moluscos de Mântua ( 2009 ) e Ranhura ( 2011 ).Preside a Associação Cultural Extrapolar e é responsável pelo blogue www.acextrapolar.com/blog. Escreve regularmente em  www.carlosvinagre.blogspot.com

 

Tuna Elétrica da Timpeiraé o resultado musical de muitos e bons anos vividos na localidade da Timpeira em Vila Real, numa pequena e velha casa agrícola transformada em clube musical 

 

“Reflexões sobre a Doutrina do Quinto Império”

:: Dia 21|  sábado

  Piano bar , 16h00 

Palestra Imagem

 

“Reflexões sobre a Doutrina do Quinto Império” pretende apresentar uma nova doutrina espiritista e espiritualista, racional e cintífica de base cristã que na História da Humanidade e pela primeira vez se apresenta como única, sendo completamente diferente de quaisquer correntes ou movimentos filosóficos ou religiosos então surgidos ou existentes estando naturalmente vocacionada para vir a ser um novo movimento idealista fundamentado nos princípios científicos do Evolucionismo e mobilizador de uma nova missão dos Portugueses no mundo”.

Orador: Jacinto Alves 

Jazz no Clube Sara Miguel Quarteto

:: Dia 20 |  sexta-feira

piano-bar, 23h00

Jazz no Clube

Sara Miguel Quarteto

A voz suave e intimista de Sara Miguel junta-se a um trio de excelentes novos valores do panorama do jazz nacional para apresentar alguns originais e revisitar standards de jazz, conferindo-lhes uma roupagem própria e original pela adição de influências de outros ritmos e sonoridades do mundo. Com Filipe Monteiro na bateria, Ricardo Pinto no piano e Sérgio Tavares no contrabaixo.

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Exposição de pintura Sedução…de Albertino Valadares e Marisa Silva

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Albertino Valadares             

Nascido em 1959, reside em Fânzeres, Gondomar.

 – Sócio Fundador actual Presidente da ARGO – Associação Artística de Gondomar.

– Sócio da Sociedade Nacional de Belas Artes.

– Membro da Sociedade Portuguesa de Autores. 

– Associado do Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende.

– Foi coordenador e responsável da pagina o “Lugar do Artista”, do Jornal O Repórter de Gondomar.

– Foi coordenador e responsável pelas páginas “Conversas de Atelier” e “Dar a conhecer…”, do Jornal Gondomar Actual.  

Participou em inúmeras exposições colectivas e conta com 26 exposições individuais. Está representado em varias colecções particulares nacionais e estrangeiras e obteve diversos prémios e distinções.

 

BIBLIOGRAFIA

 . “Artes Plásticas, Portugal, o Artista e seu Mercado” de Narciso Martins.

. “50 Anos de Pintura e Escultura em Portugal” da Universidade Editora, Lda.

. Revista Casa Cláudia – Outubro de 1998.

. Revista Casa & Jardim – Setembro de 1999.

. Pintura Contemporânea Portuguesa – 100 Pintores – 2009.

 

PRÉMIOS E OUTRAS DISTINÇÕES 

. Conjunto de quatro obras apresentadas a concurso de Pintura e Desenho, promovido pela        Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências do Porto – 1991                               

. Participou no WORKSHOP, a convite da Câmara Municipal de Valongo   na semana dedicada a juventude,  intitulada  “Concelho Vivo,   Valongo  Jovem”.  Parque da Juventude – 1998.                                                                                                                                                                             

. Prémio Governo Civil do Porto – 2000

. Painel cerâmico na Piscina Municipal de Fânzeres – 2001                                           

. Autor do troféu “Nabos de Ouro – 2001” – Jornal Gondomar Actual – 2002                

. Artista convidado para exposição individual na ARTIS II – Festa das Artes em Seia – 2003

. Edição de 200 Litografias do Painel Cerâmico na Piscina Municipal de Fânzeres – 2004

. Artista convidado para a exposição “Gens’Arte 2006”, Gens – Gondomar – 2006

  

Marisa Silva

 Marisa Silva, Gondomar. Formada pela Escola Soares dos Reis, ESTG e ESAP em Artes Visuais, Design de Produto e Arquitetura respetivamente, profissionalmente dedica-se ao design e arquitetura de interiores.

Em Setembro de 2006, efectuou um workshop de Pintura Cerâmica, ministrado pelo ceramista Rui Pinto, no museu Municipal de Viana do Castelo.

Como designer de mobiliário, actividade onde também se manifesta a sua criatividade, participou em 2007, numa exposição em Paços de Ferreira, na “capital do móvel 07” .

No âmbito de uma iniciativa do Gabinete de Apoio ao Artesão da Argo, em levar o artesanato às escolas do concelho, também participou mostrando os seus trabalhos artesanais às novas gerações. As escolas onde expôs forma a EB2/3 de Gondomar e a EB2/3 de Valbom.

Paralelamente dedica-se à pintura e à joalharia contemporânea.

É associada da Argo e membro da sua direção, sendo ainda a diretora artística e técnica do Grupo Sururus – Grupo de Teatro da Argo.


Exposições colectivas

 

2004 . Exposição Gens’Arte 2004.

2004 . Comemoração do 70º Aniversário da Associação Recreativa de Laborim.

2005 . Exposição Gens’Arte 2005, organizada pela mesma associação.

2006 . Exposição organizada pela Argo.

2008 . Artistas . Gondomar.

2008 . Reciclar com Arte – Casa Juventude de Rio Tinto.

2009 . IV Prémio de Arte Erótica e 3ª FotoErótica de Gondomar.


Exposições individuais

 

2005 . Galeria Casa d’Eros no Porto.

2006 . Galeria Casa d’Eros no Porto.

2007 . Feira Capital do Móvel.

2008 . Salon Maison et Oblect, Paris.

Apresentação do livro “O drama espiritual de Javé”, de Jan Val Ellam (pseudónimo usado pelo escritor brasileiro Rogério de Almeida

:: Dia 25, domingo
Auditório, 21h00

Apresentação a cargo do Prof. Rui Fonseca

Será que realmente existe um ser criador deste universo? Se
não, por que a penosa história das gerações dos nossos antepassados que se
viram obrigados a lidar com um ser que, sem jamais ter-se feito objectivamente
presente aos olhos desta humanidade, ainda assim, como se prisioneiro de outra
dimensão existencial, esforçou-se por se apresentar como Brahma, depois Javé e
mais tarde Allá, e que continua insistindo em se auto afirmar como o criador
deste universo?

Será que este ser existe mesmo ou tudo o que aconteceu com
os arianos/hindus, posteriormente com os hebreus/judeus e, mais recentemente,
com os povos árabes é pura invenção ou loucura de uns poucos, dentre os quais
figuras como as de Moisés e de Maomé?

Qual o sentido que se pode encontrar no fato de seres
humanos distintos, que viveram em épocas diferentes, mas sempre envolvidos por
eventos estranhos, continuadamente viessem a “inventar” um mesmo enredo em
torno de um personagem inexistente?

Esta entidade vem tentando desesperadamente, ao longo dos
séculos e milênios, fazer-se percebida e acreditada pelos terráqueos como sendo
o Pai Criador de todos os seres que existem na sua obra universal. E parte do
seu grande problema é que o seu intento jamais logrou o resultado pretendido.
Encontra-se em curso a sua última tentativa junto aos terráqueos― a sua
situação pessoal não lhe permitirá outra ― de se fazer notar como ser criador
de tudo o que se conhece a partir da ótica terrena.

O “Drama Espiritual de Javé” é mais um dos enigmáticos
painéis que cercam esta personagem na sua história impensável e desconhecida
que agora se revela para os que vivem na Terra.

Lançamento do livro “Amo um Anjo”, de José Almeida

:: Dia 24, sábado
Auditório, 21h00

Sobra a obra: Como afirma Rogério do Carmo, referindo-se à obra inaugural de José Maria Almeida, “um Poema é a total entrega dum ser
humano ao Imenso Universo!”, mas também o encontro do poeta com o Outro na sua produção de “individuais eternidades”.

“Amo um anjo”, primeira obra de poesia de José Maria Almeida, é um objecto literário que reflecte essa exploração do Eu, no sentido
em que decorre da descoberta das palavras, da escrita, através das quais se dá a expressão de alteridade, numa “torrente impetuosa que ninguém jamais poderá deter”. O que começou como registo de uma preciosa memória ganhou, então, a forma de um hábito de escrita poética que faz já parte da sua forma de estar na vida e nas palavras e esse é um traço de evolução evidente na primeira obra de José Maria Almeida, agora trazida ao público.

No prefácio que assina na compilação dos primeiros poemas do autor, Maria João Saraiva não hesita mesmo dizer: “As palavras que este livro
abriga enlaçam-se por um delicado fio de esperança na vida, no outro, nesse outro que acorda e acende manhãs adormecidas, sonhos de se ser.”

Sobre o autor: José Maria Almeida nasceu em 1970, em Guimarães, cidade de grandes referências históricas que desde cedo o colocaram
em contacto com as memórias e os seus registos. Ainda que num registo diferente, essa é uma preocupação presente em cada rua de cada um dos seus versos.

Influenciado por esse ambiente e pela ascendência familiar (é neto do Historiador José Maria Pinto de Almeida), desde sempre José Maria
Almeida esteve ligado ao universo dos livros, primeiro pelo gosto pela História, depois pela literatura e mais tarde pela Filosofia. Vem a concretizar os seus interesses pela via dos estudos em Direito (actualmente, exerce advocacia) e, mais recentemente, pela descoberta da escrita como forma de expressão artística.

No seu primeiro livro de poemas, “Amo um Anjo”, o autor traça caminhos e estradas num mapa que é feito de palavras e ventos, de
memórias e de silêncios, proporcionando, nesse encontro com os versos com que o poeta se ensaia, ao leitor a descoberta, então, das asas e dos anjos a que esses ventos conduzem, num poético fechamento sobre o corpo.

“Amo um Anjo”, a primeira obra de poesia de José Maria Almeida, é presentada ao público no próximo dia 24 de Setembro, pelas 21h30, no
Clube Literário do Porto.